Perspectivas do mercado lácteo – Oceania – Relatório 49/2017 de 07 de – eDairyNews Últimas notícias
Brasil |11 diciembre, 2017

Indústria | Perspectivas do mercado lácteo – Oceania – Relatório 49/2017 de 07 de

Leite/Oceania – A produção de leite na Austrália, de julho a outubro subiu 2,7% em relação ao mesmo período de 2016. Enquanto a produção nacional cresce, três regiões

Leite/Oceania – A produção de leite na Austrália, de julho a outubro subiu 2,7% em relação ao mesmo período de 2016. Enquanto a produção nacional cresce, três regiões mais focadas no mercado doméstico estão em queda.

Os produtores de New South Wales, Queensland e Western Australia denunciam que estão apertados financeiramente. Margens negativas estão refletindo na menor produção de leite contribuindo para agravar o desafio de melhorar a renda, em comparação com os produtores de outras regiões. Uma comissão do governo pediu a adoção de um código de conduta para as indústrias processadoras de leite da Austrália. Uma das reclamações é a falta de bonificação pelo preço maior recebido pelo varejo com o leite de marca. Outra recomendação da comissão é tornar mais fácil a mudança de indústria pelos produtores, para haver mais concorrência, e opções de escolha.

É o início do verão na Nova Zelândia e o calor chega a muitas regiões. Humanos e vacas se adaptam sazonalmente às novas temperaturas. Começam as primeiras preocupações com a estiagem nas pastagens, e seu impacto na produção de leite, o que pode ter contribuído para os resultados do GDT desta semana, e afastado um pouco os efeitos do aumento da produção de leite na União Europeia (UE) e seus estoques de leite em pó desnatado. A grande cooperativa de laticínios da Nova Zelândia analisa a previsão sazonal do preço do leite para um futuro próximo. Alguns observadores estão apreensivos, avaliando que os valores possam ser reduzidos. Também é preocupante para os produtores de leite que estavam pagando as dívidas contraídas durante os períodos de recessão ocorridos entre 2014-2016.

Novas políticas do governo estão restringindo a compra de fazendas, por estrangeiros, com área superior a 5 hectares. Muitos produtores de leite estão a favor dessa política, que diminui a pressão sobre os preços de terras agrícolas, e, portanto, o custo da terra. Existia uma apreensão em relação aos compradores estrangeiros, que com facilidades de financiamentos externos, cobriam os preços que podiam ser pagos pelos agricultores neozelandeses, por terras boas.

 

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