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Brasil |5 junio, 2018

Indústria |

Rentabilidade/AR – O FAS teórico do leite pago aos produtores por uma indústria que destine 100% de sua produção a leite em pó integral ficaria,

Rentabilidade/AR – O FAS teórico do leite pago aos produtores por uma indústria que destine 100% de sua produção a leite em pó integral ficaria, atualmente em 7 pesos por litro. Este foi o resultado elaborado por Juan Manuel Garzón e Nicolás Torre, economistas da Fundação Mediterrânea, sobre a capacidade de pagamento dos exportadores.

“Se o câmbio se estabilizar em 25 pesos/US$ em junho e o preço FOB do leite em pó integral (WMP) se mantiver em US$ 3.063/tonelada (média dos primeiros quatro meses do ano), a indústria de WMP poderá obter margem bruta de lucro de 35,8% com exportação (um percentual muito razoável para exportar) pagando 7 pesos pelo leite cru”, diz o trabalho. O cálculo leva em consideração a compensação de 3% para as exportações de leite em pó. No mês de maio, com o câmbio médio mensal de 23,7 pesos/US$, as fábricas de leite em pó terão margem bruta razoável (superior a 30%) pagando 6,60 pesos por litro aos produtores.

Nos primeiros quatro meses do ano – com o peso sobrevalorizado – a margem bruta conseguida pelos exportadores com os preços efetivos pagos aos produtores pode ser insuficiente para gerar operações rentáveis.

“Com a desvalorização as indústrias que exportam melhoraram sua capacidade de pagamento pelo leite cru e é de se esperar que elas ofereçam nas próximas semanas um valor pelo leite cru que será provavelmente superior ao de meses anteriores em termos reais”, destaca o estudo.

Vale ressaltar que o FAS teórico de uma fábrica de leite em pó só é aplicável à produção destinada à exportação.

“O segredo está, finalmente, em como alinhar a oferta de produtos lácteos e a demanda no mercado interno”, assegura o documento.

“Mas se a exportação se apropriar, por exemplo, apenas de uma parte do aumento de produção de leite que aparentemente, será entre 4% e 5% este ano, e a oferta líquida de lácteos no mercado interno se mantiver igual ou acima da de 2017, serão poucas as chances de melhorar os preços nos elos da cadeia vinculados ao mercado interno”, acrescenta.

Durante o governo Kirchner, quando o negócio exportador se tornava atrativo, diversos mecanismos eram adotados para impedir as vendas externas de produtos lácteos, para garantir maior disponibilidade interna. Esta é a primeira vez, desde que Mauricio Macri assumiu, em dezembro de 2015, que esta oportunidade surge sem restrições de qualquer tipo.

http://www.terraviva.com.br/site/index.php?option=com_k2&view=item&id=17602:exportar-lacteo-e-mais-rentavel-pela-primeira-vez-desde-que-macri-assumiu&Itemid=359

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