Argélia aumenta importação de alimentos

Argélia aumenta importação de alimentos

País comprou o equivalente a US$ 7,75 bilhões de janeiro a novembro de 2017, um crescimento de 3% sobre o mesmo período de 2016. Brasil teve participação expressiva no mercado.
Argel – As importações argelinas de alimentos somaram US$ 7,75 bilhões de janeiro a novembro de 2017, um aumento de 3% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo dados do Centro Nacional de Informática e Estatísticas das Alfândegas do país (CNIS, na sigla em francês). Destaque para o aumento das compras de lácteos e açúcar.

De acordo com informações da agência de notícias Algérie Presse Service (APS), as importações de lácteos totalizaram US$ 1,31 bilhão, um crescimento de 46% em relação aos 11 primeiros meses de 2016. As compras externas de açúcar e doces chegaram a US$ 957,48 milhões, um acréscimo de 15,3% na mesma comparação. Avançaram também as importações de café e chá, legumes secos e outros.

As aquisições de óleos comestíveis para uso na indústria de alimentos cresceram 22%, para US$ 779,28 milhões. Nas estatísticas de comércio exterior da Argélia este item entra na lista de insumos industriais, não na de alimentos. Se os óleos forem somados ao grupo de gêneros alimentícios, o total importado pelo país de janeiro a outubro de 2011 chega a US$ 8,53 bilhões, um aumento de 4,4% sobre o mesmo período de 2016.

Segundo a APS, só caíram as importações de carnes e cereais. No primeiro caso, o recuo foi de 17,2%, para US$ 181,52 milhões, e no último, de 3,31%, para US$ 2,54 bilhões.

Brasil

As exportações de alimentos do Brasil para Argélia somaram mais de US$ 1 bilhão de janeiro a novembro do ano passado, um aumento de 22,5% em relação ao mesmo período de 2016, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As vendas de açúcar chegaram a US$ 806 milhões, ou seja, a maior parte dos produtos que a nação árabe comprou no período.

Os embarques de óleos comestíveis renderam US$ 82,2 milhões nos 11 primeiros meses de 2017, sendo estes o segundo item da pauta, atrás do açúcar. Houve crescimento das exportações nos dois casos.

Em terceiro lugar aparecem os cereais, seguidos de carnes, amendoim, farelo de soja e café. Houve recuo nas vendas de cereais e carnes, mas avanço nas exportações dos demais itens.

Foram embarcados também lácteos no valor de US$ 4 milhões, contra zero nos onze primeiros meses de 2016. Na década passada, a Argélia chegou a ser o maior mercado dos laticínios brasileiros no exterior.

http://www.anba.com.br/noticia_corrente.kmf?cod=21877354

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