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Sin categoría |19 mayo, 2012

Indústria | Bezerras são o novo xodó das leiterias

Investimentos em genética, manejo e alimentação fazem novas gerações do gado holandíªs alcançar excelíªncia em produtividade As vacas holandesas de…

Investimentos em genética, manejo e alimentação fazem novas gerações do gado holandíªs alcançar excelíªncia em produtividade

As vacas holandesas de Carambeí­, nos Campos Gerais, são campeãs em produtividade, com 26 litros diários de leite por dia, mas as bezerras que ainda nem saí­ram do berçário prometem ir ainda mais longe. Elas recebem tratamento especial para desbancarem suas mães e avós. O potencial da nova geração, fruto de investimento em genética, manejo e alimentação, é o cartão de visitas da 8.ª ExpoCarambeí­, que ocorre entre hoje e amanhã no Parque Histórico do municí­pio – local que é referíªncia do centenário da imigração holandesa no Brasil.

A previsão, segundo Eldo Berger, um dos coordenadores da exposição, é que os investimentos elevem em 10% a produtividade a cada geração. O pecuarista Maurí­cio Greidanus calcula aumento de 6% por lactação, cuja duração média é de 305 dias. Quando as bezerras hoje alimentadas com ração e mamadeira derem suas primeiras crias, aos 2 anos de vida, poderão render dois litros de leite a mais que suas mães diariamente.

Zootecnista da cooperativa Batavo, Michael Warkentin afirma que, em tese, os animais novos produzem mais do que os antecessores. A receita, segundo ele, está no manejo adequado, na nutrição equilibrada e na genética.

O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Newton Pohl Ribas explica que o gado que veio com os primeiros holandeses para a região produzia em média 4 mil litros de leite por lactação. Com os investimentos iniciais na compra de materiais genéticos da Argentina e do Uruguai, a produtividade subiu para 7 mil litros. Nos últimos 20 anos, com a inserção de embriões dos Estados Unidos e do Canadá, a produtividade saltou a 10 mil litros de leite por lactação. “Agora os produtores estão investindo em qualidade trazendo material genético [síªmen] da Alemanha, França e Holanda”, acrescenta.

A média diária de produção de leite é de 6,35 litros no Paraná, conforme dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatí­stica (IBGE). Entre os produtores que superam esse í­ndice, Greidanus tem vacas de 35 litros diários.

Há nove meses, ele investiu no berçário da fazenda localizada em Carambeí­. Para atender 83 bezerras, instalou máquinas “call feeders”, que fornecem leite e ração para os filhotes em quantidades definidas por um programa de computador.

“Cada animal tem um chip e cada aparelho tem um sensor. Assim, sabemos quanto um animal deve comer por dia e quanto ele comeu. Se ele consumiu menos, vamos atrás para completar a alimentação”, explica o técnico agrí­cola Luí­s Fernando Moroz. O ganho considerado é certo. “Esperamos aumentar a produtividade anual em até 6% e diminuir em um míªs o tempo médio de espera pela primeira cria”, acrescenta Greidanus.
Fonte: Gazeta do Povo

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