Intolerância à lactose atinge 3,5 milhões de pessoas no PR

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  • #53503

    lecheria
    Jefe de claves

     

    Set of labels with text and lactose free products. Vector illustration

    Leite, queijo, manteiga, bolo e iogurte são alimentos facilmente encontrados na mesa dos paranaenses. Contudo, cerca de 36% da população do Estado acima de 16 anos (o equivalente a 3,5 milhões de pessoas) pode sofrer com náuseas, dor abdominal, flatulência excessiva, diarreia ou até mesmo constipação intestinal ao consumir esses produtos derivados do leite.

    Os dados, que constam em pesquisa realizada pelo Datafolha, chamam a atenção para um problema cada vez mais comum: a intolerância à lactose, condição caracterizada pela dificuldade ou incapacidade do indivíduo de digerir (quebrar) a lactose, o principal açúcar do leite. Isso ocorre devido à não-produção (fator genético) ou geração insuficiente (fator idade) da enzima lactase, ou ainda pela produção de enzimas defeituosas em virtude de outras doenças que a pessoa possa vir a ter, a como a síndrome do Intestino Irritado ou o Supercrescimento Bacteriano.

    O estudo também aponta que entre as pessoas que relataram algum tipo de desconforto gastrointestinal, 86,1% jamais receberam diagnóstico médico, a maioria homens com mais de 35 anos. Apenas 5% dos entrevistado da região sul relataram ter buscado assistência médica, sendo que dentre estes 2% foram diagnosticados com intolerância à lactose.

    “As pessoas ainda têm o hábito de sentir algum desconforto e deixar para lá, ou mesmo restringir sua alimentação, ao invés de procurar um especialista para investigar a verdadeira causa dos desconfortos que estão sentindo. É importante conscientizar as pessoas da necessidade de prestar atenção aos sinais que o corpo dá. É preciso levar à sério sua saúde”, explica o doutora Alessandra Lima, gerente médica da Eurofarma.

    De acordo com o gastroenterologista Ricardo Barbuti, a falta de informação ainda é grande, principalmente entre as classes menos favorecidas. Contudo, afirma ele, existe uma procura cada vez maior e os diagnósticos também estão se tornando cada vez mais comuns.
    “Paciente com qualquer desconforto abdominal é interessante que procure um médico para ser avaliado e chegue ao disgnóstico. Além da intolerância à lactose, uma série de problemas malignos e benignos tem sintomas bem parecidos”.

    Restringir alimentação não é boa ideia
    O leite é o principal responsável pelo desconforto, seguido por chocolate, bolos/doces e queijo. Deixar de consumir os alimentos que causam o mal-estar digestivo/ gastrointestinal, inclusive, é a principal atitude para amenizar o problema. O gastroenterologista Ricardo Barbuti, contudo, aponta que são diversas as formas para se tratar a condição, apontando ainda que parar de ingerir leite e seus derivados pode não ser a solução mais adequada.

    Cortar o lei da alimentação tem alguns impactos nutricionais que não são interessantes, como diminuir a oferta de proteína, cálcio e algumas vitaminas”, explica o especialista, apontando que aqueles que sofrem com a condição podem buscar outras saídas, como consumir enzimas, facilmente encontradas no mercado.

    Alergia x intolerância

    Intolerância à lactose
    Mais comum em adultos e idosos, a condição é caracterizada pela dificuldade do organismo digerir (quebrar) e absorver o açúcar do leite (lactose) devido à diminuição ou ausência da lactase, a enzima responsável por digerir a lactose. Os sintomas são apenas intestinais, como diarreia, cólica, gases, distensão abdominal (barriga estufada), e podem ocorrer minutos ou horas após a ingestão do leite ou produto derivado

    Alergia à proteína do leite
    Fenômeno imunológico mais comum em crianças, especialmente em bebês, alérgicos à(s) proteína(s) do leite de vaca. Consiste na formação de anticorpos que irão ativar determinadas células, liberando substâncias que provoacm uma série de sintomas digestivos, a exemplo da intolerância à lactose. Além destes, porém, há também os sintomas cutâneos e respiratórios comuns às alergias, como vermelhidão, broncoespasmo e até choque anafilático.

    Fonte: CGN

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