#Infestação de moscas afeta produção de leite e faz gado perder peso em SP – eDairyNews Últimas notícias
Sin categoría |4 julio, 2012

Indústria | #Infestação de moscas afeta produção de leite e faz gado perder peso em SP

Estresse causado por picadas dos insetos faz gado parar de se alimentar. Fazendas da região de Santa Rosa de Viterbo…

Estresse causado por picadas dos insetos faz gado parar de se alimentar. Fazendas da região de Santa Rosa de Viterbo reúnem 10 mil cabeças.

Uma infestação de moscas está causando prejuí­zo a pecuaristas de Santa Rosa de Viterbo (SP). Rebanhos de dez propriedades da região – cerca de dez mil cabeças – já perderam até 30% do peso e a produção de leite também caiu devido ao estresse provocado pelas picadas.

“Tivemos que vender 15 cabeças porque eles estavam emagrecendo muito”, contou a criadora de gado Sueli Argeri, que há tríªs meses tenta combater as nuvens de insetos.

Comum em áreas rurais, a “mosca de estábulo” se alimenta de sangue e tem a reprodução facilitada em regiões com altas temperaturas, onde existe palha de cana-de-açúcar com vinhaça e fezes de animais – elementos presentes em abundí¢ncia na área afetada.

A súbita infestação desafia, porém, veterinários e pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) chamados para combater os mosquitos, pois os inseticidas normalmente utilizados nesses casos perderam a eficácia.

“Em geral, os inseticidas estão fazendo pouco efeito porque já estão sendo utilizados para outros tipos de moscas e com isso estão fazendo menos efeito sobre essa outra espécie”, explicou Gilson Pereira de Oliveira, vice-presidente do Centro de Pesquisas Agropecuárias da Unesp de Jaboticabal (SP).

A outra espécie citada por Oliveira é a “mosca do chifre”, cujo combate é mais fácil porque o inseto precisa permanecer sobre o animal para se alimentar e assim fica vulnerável aos produtos quí­micos. Já a mosca de estábulo tem um comportamento diferente. “Ela pica e sai, vai para outro lugar, um poste. í‰ mais difí­cil usar o repelente.”

Oliveira disse que a Unesp está pesquisando novos produtos, que já existem no mercado, e iniciará testes na região. “Vamos fazer ensaios para descobrir algo que satisfaça o produtor.”

Até que a solução apareça, não são somente os animais que sofrem com a infestação. A aposentada Joana Maria Pereira afirma que, na casa onde mora com a famí­lia há 30 anos, o tormento é constante. “Ficam perturbando e vocíª tem que ficar se batendo, dentro de casa, na hora da comida, estão por toda a parte e picam muito.”
Fonte: G1 Ribeirão e Franca

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