#Leite: Venda de operações da #LBR fica para a próxima semana

#Leite: Venda de operações da #LBR fica para a próxima semana

Grupo lácteo está ofertando ao mercado 14 unidades de produção
Venda de 14 unidades produtivas isoladas (UPIs) do grupo LBR Lácteos Brasil, prevista no plano de recuperação judicial da empresa iniciado no ano passado, vai demorar um pouco mais. A assembleia de credores e representantes da companhia marcada para ontem com o objetivo de discutir as melhores propostas de compra já apresentadas foi cancelada por falta de quórum. Um novo encontro foi agendado para a próxima segunda-feira.

O evento de ontem acabou transformando-se em uma reunião em caráter mais informal. Para que a assembleia seja instalada é necessário que haja o equivalente a mais da metade dos créditos nas classes trabalhista, quirografária (credor sem garantia) e com garantia. Contudo, não havia 50% da classe trabalhista. Sendo assim, o representante judicial determinou que a assembleia ocorrerá na semana que vem, independentemente do quórum. O representante judicial deu esses próximos dias para que as empresas que fizeram ofertas pelas unidades produtivas da LBR possam estudar e reavaliar seus números.

O desdobramento do futuro encontro divide opiniões de fontes que acompanham a transação. Uma fonte envolvida acredita que a definição irá ocorrer no próprio dia, outra aposta que novas reuniões serão realizadas para fechar o acordo. No total, 16 grupos manifestaram interesse pelos ativos: Agricoop, Arc Medical Logística, Colorado Imóveis e Participações, Cooperativa Agropecuária do Vale do Rio Doce, Goiasminas Indústria de Laticínios, Itambé Alimentos, Lactalis do Brasil, Lactojara Indústria e Comércio de Laticínios, Laticínio Deale, Laticínios Bela Vista, Laticínios Marcelinense, Laticínios Montes Belos Eirele, Tangará Importadora e Exportadora, Unaquita Empreendimentos e Participações, Value Bridge Consultoria e Participações e Vigor Alimentos. Estão à venda 14 empreendimentos, compostos de complexos fabris e algumas marcas com que a LBR trabalha, entre as quais a gaúcha Bom Gosto.

A compra dos ativos não precisa necessariamente ser feita através de “um pacote”, podendo ser consolidada de forma fatiada. Até o momento, o maior valor apresentado foi o do grupo venezuelano Unaquita: R$ 535 milhões, mais R$ 110 milhões em capital de giro, para assegurar a viabilidade da nova operação. A empresa demonstrou interesse nas unidades Bom Gosto (marca), Ibituruna, Requeijão, RJ, Líder, São Gabriel e Fazenda Vila Nova. Essa última planta fica localizada no Rio Grande do Sul, no município de mesmo nome. A fábrica atua com leite UHT e em pó, tendo uma capacidade instalada para operar com cerca de 885 mil litros ao dia.

Além dessa estrutura, está prevista dentro do plano de recuperação judicial a alienação de mais três plantas gaúchas: duas em Gaurama e uma em Tapejara. A unidade de Tapejara produz leite UHT, em pó, além de creme de leite e leite condensado.

Entre as marcas de propriedade da LBR estão nomes como Leitbom, Líder, DaMatta e Ibituruna. A megaempresa foi criada a partir da fusão entre o laticínio Bom Gosto, do empresário gaúcho Wilson Zanatta, e da Leitbom, controlada pela Monticiano.

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=168281

 

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