PA: Workshop discute bacia leiteira em Paragominas

#PA: Workshop discute bacia leiteira em Paragominas

Informar sobre as ações de desenvolvimento da cadeia produtiva leiteira, com o objetivo de melhorar a utilização das áreas, manejo rotacionado, controle zootécnico do rebanho, melhoria da qualidade do leite e seus derivados, foi o objetivo do II Workshop tecnológico da bacia leiteira de Paragominas, nordeste do estado. A ação, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio í s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), disponibilizou palestras de órgãos como a Empresa de Assistíªncia Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), Agíªncia de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e Secretaria Municipal de Agricultura de Paragominas.

O municí­pio, que tem estimativa de produção diária de 10 mil litros de leite, tem 90% do produto destinado a queijarias artesanais. Os demais 10% são comercializados em padarias, laticí­nios ou para venda doméstica in natura. Diante deste quadro existe grande preocupação com a regularização dos espaços artesanais. O municí­pio já possui o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), e de acordo com o Sebrae, trabalhou até o momento com uma ação educativa sobre a regularização, mas já deve iniciar com uma ação fiscalizadora nos espaços de fabricação dos produtos.

No sentido de informar sobre as possibilidades de fabricação dos diferentes tipos de queijo, a tecnóloga da Emater, Michele Santos, abordou sobre o processo de produção, desde os mais complexos até a fabricação do produto mais simples, como o queijo coalho, que tem a massa aquecida, tornando-a mais resistente a proliferação de micro-organismos. O queijo coalho pode ser fabricado sem fermentação, somente com coagulação.

A Instrução Normativa 57 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que trata da produção do queijo artesanal, permite a comercialização do produto somente maturado em regiões livres de tuberculose, brucelose e controle de mastite, doenças transmissí­veis do alimento manipulado inadequadamente ao ser humano. Segundo dados da Agíªncia Nacional de Vigilí¢ncia Sanitária, Paragominas não é zona livre. â€œí‰ de suma importí¢ncia para a prevenção dos riscos, que podem ser microbiológicos, fí­sicos ou quí­micos, que vai desde a contaminação até a adulteração do produto com água oxigenada”, enfatizou a tecnóloga. Em Paragominas, a Emater é integrante do Grupo Gestor do Projeto de Leite e Derivados de Paragominas. A empresa atua na instrução de controle de doenças, pastagem e veterinária.

Palestras que abordaram a importí¢ncia do controle da qualidade do leite na segurança alimentar proferida pela Universidade Federal Rural da Amazí´nia (Ufra) e a fiscalização e normatização dos produtos artesanais, ministrada pela Adepará, também fizeram parte da programação que faz parte das ações técnicas da 46ª Feira Agropecuária de Paragominas (Agropec) que acontece até o próximo domingo (19), teve como principal alvo os agricultores familiares.

Fonte: Governo do Pará

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