Produtores de leite da Argentina dizem que protestos continuarão

Produtores de leite da Argentina dizem que protestos continuarão

Os produtores de leite que fazem parte da Mesa de Produtores de Leite (MNPL), após retirarem o protesto que bloqueou a planta da La Serení­sima em Las Varillas, garantiram que prosseguirão com os protestos.

O diretor da Federação Agrária Argentina (FAA), Carlos Baravalle, disse que na próxima semana continuarão com ações visando obter um preço mí­nimo do leite de 1,80 pesos (US$ 0,40) por litro, bastante diferente do que as indústrias estão pagando hoje.

“Lamentamos que haja gente que não quer ver o que está acontecendo. Porém aqui, na bacia de Las Varillas, no ano de 2003 havia 624 produtores e hoje, são 420. Ficaram 200 no caminho somente em Las Varillas. Com esses protestos, estamos explicando í  comunidade que, com essas polí­ticas, fica muito difí­cil produzir leite, especialmente para os pequenos e médios produtores, que são quem representamos”.

Por outro lado, o integrante da Mesa, Germán Cuadrado, disse que a reunião feita na semana passada, onde se esperava chegar a um acordo de preço com a indústria, fracassou, “considerando que o Centro da Indústria Leiteira (CIL), que foi a única entidade da indústria que participou, nos disse que não estão em condições de pagar um aumento e se fecharam nessa posição”.

Ele disse que os diretores da CIL “sabem a situação do produtor, mas dizem que, pelos preços internacionais, há mais tendíªncia í  baixa que de recomposição”.

Por outro lado, consultado sobre o acordo de 7% de aumento anunciado pelas cí¢maras, Cuadrado disse que na realidade, “se diz qualquer coisa, porque até as pessoas do Governo admitem que esse acordo não foi firmado pela indústria e, portanto, não há obrigação legal de pagá-lo”.

A reportagem é do www.eldiariocba.com.ar

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