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Sin categoría |26 julio, 2012

produtores | #Produtores processam União após cacau com insetos chegar ao Brasil

Após 4.000 toneladas de cacau chegarem ao sul da Bahia infestadas por insetos vivos, produtores rurais locais se uniram para…

Após 4.000 toneladas de cacau chegarem ao sul da Bahia infestadas por insetos vivos, produtores rurais locais se uniram para pedir na Justiça a suspensão de uma norma da União que é classificada como ineficaz na fiscalização dos produtos importados.

Comprado pela Nestlé, o carregamento de cacau chegou da Costa do Marfim (ífrica) no final de junho, e está sob análise do Ministério da Agricultura.

Para o advogado do Sindicato dos Produtores Rurais de Itamari, Rogério Brandão, o problema na carga é resultado de uma norma baixada no ano passado pelo governo federal e que alterou procedimentos para importação de produtos de origem vegetal.

No caso dos requisitos para a importação de amíªndoas fermentadas e secas de cacau, da Costa do Marfim e de Gana, a norma eliminou a necessidade de tratamento da carga, ainda no paí­s exportador, com brometo de metila, um desinfetante.

O sindicato diz que a medida atende a interesses financeiros dos importadores. “Antes dessa norma, os importadores eram obrigados a custear a fiscalização do transporte, o armazenamento das amíªndoas, as condições dos porões dos navios e ainda aplicavam remédios para combater as pragas. Esses custos desapareceram”, disse Brandão.

O presidente do sindicato, Henrique Neri, afirma que o maior medo dos produtores é a entrada de novas pragas. No final da década de 80, a região enfrentou a devastação da vassoura-de-bruxa. O fungo dizimou plantações, deixou fazendas vazias e trabalhadores desempregados.

Outro impacto é o econí´mico. O material importado da ífrica é tido como fator que reduz o preço do cacau baiano. Em 2011, o Brasil importou 24 mil toneladas de cacau da Costa do Marfim –já a produção brasileira foi de 245,4 mil toneladas (a Bahia respondeu por 64% do total).

“A arroba do cacau é vendida por valores entre R$ 70 e R$ 77. Se não fosse o produto vindo da ífrica poderia chegar a R$ 150 ou R$ 170”, disse Neri.

OUTRO LADO

O Ministério da Agricultura informou que não comentará a ação dos produtores baianos até ser notificado do processo.

Em nota, afirmou ainda que técnicos confirmaram que a carga da Nestlé não traz risco í s plantações e que o material será liberado para uso da empresa assim que for “comprovada a eliminação de qualquer vestí­gio [de insetos] na carga”.

A Nestlé Brasil informou que os carregamentos de cacau em amíªndoa importados pela empresa “passam por todos os trí¢mites legais e necessários í  importação, tais como tratamento fitossanitário e inspeção antes do embarque ao Brasil”.

Disse também que inspeções do lote da Costa do Marfim detectaram que o risco “não excede o ní­vel de proteção aceitável pelo Sistema de Defesa Vegetal brasileiro”.

Afirmou que, por determinação do Ministério da Agricultura, a carga será tratada pela Nestlé para eliminação de “qualquer vestí­gio” de insetos, e será posteriormente reavaliada pelo governo federal para liberação.

http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=10246

Qualquer reivindicação decorrente das informações contidas no site eDairyNews será submetida à jurisdição dos Tribunais Ordinários do Primeiro Distrito Judicial da Província de Córdoba, República Argentina, com sede na cidade de Córdoba, com exclusão de qualquer outra jurisdição, incluindo a Federal.

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