#Queijo típico do Sudoeste é apresentado em Francisco Beltrão

#Queijo típico do Sudoeste é apresentado em Francisco Beltrão

Na noite de ontem (8), o queijo típico do Sudoeste foi apresentado na sede da Associação dos Municípios do Sudoeste (Amsop), em Francisco Beltrão. 

Além do queijo, foi lançado o livro que conta toda a história do processo de sua criação e do fermento sudoestino

Na noite de ontem (8), o queijo típico do Sudoeste foi apresentado na sede da Associação dos Municípios do Sudoeste (Amsop), em Francisco Beltrão. Na ocasião, com a presença de vários convidados, a Agência de Desenvolvimento Regional do Sudoeste do Paraná — gestora do projeto — apresentou a identidade visual do produto e lançou o livro “Santo Giorno, um queijo de alta qualidade: história da experiência de cooperação entre Itália e Brasil”. A obra conta toda a história do processo da criação do queijo e do fermento, inclusive contém as informações técnicas de fabricação dos produtos.

Como o próprio título do livro diz, o nome escolhido para o queijo foi Queijo Santo Giorno. O registro da marca e já foi encaminhado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Nacional (INPI), bem como o registrado no Ministério da Agricultura (Mapa). Além da apresentação do nome e da marca do produto, foram apresentadas as perspectivas do projeto para os próximos anos e algumas explicações técnicas sobre a tipificação do queijo e do fermento. Ao final, os presentes pudera fazer a degustação do novo produto, com vários tempos de maturação.

Parcerias

Além da Agência de Desenvolvimento Regional do Sudoeste do Paraná, também fazem parte do projeto mais 20 entidades, entre elas a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), através dos campi de Pato Branco, Francisco Beltrão e Dois Vizinhos, que foram os responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico, incluindo a produção do fermento lático e a extensão tecnológica, ajudando os laticínios que produziram os queijos nesta primeira parte do projeto. Também integram a parceria o Circolo Veneto Italo-Brasiliano di Coronel Vivida, Associazione Bellunese mel Mondo (Veneto/Italia), Centro Bloagro, Itália, o governo de Belluno e Veneto – Itália, empresas da região, italianas, a Amsop e o Sebrae.

Segundo Célio Bonetti, diretor da Agência de Desenvolvimento, quando o projeto foi estruturado em 2010 o objetivo era montar a estrutura de uma rede de queijarias para estimular o trabalho com diversos tipos de queijos. Contudo, acabou criando-se um queijo típico do Sudoeste, que só pode ser produzido na região.

O fator determinante da particularidade do queijo vem do leite produzido no Sudoeste. Os pesquisadores coletaram amostras de inúmeros laticínios e selecionaram bactérias lácteas benéficas que são responsáveis por dar qualidade ao queijo. As bactérias foram congeladas e enviadas à Itália, para a empresa Bioagro, que desenvolveu, com o acompanhamento dos professores João Marchi e Simone Beux, da UTFPR, campi de Francisco Beltrão e Pato Branco, um fermento lático. A partir de então, e com a orientação do mestre queijeiro Battista Attorni, que veio da Itália para ajudar no projeto, foi possível produzir em dois laticínios, um de Coronel Vivida e outro de Renascença, o produto final.

Próxima etapa

Agora, com a finalização da etapa da pesquisa e do desenvolvimento do queijo e do fermento, Bonetti informou que eles partirão para a segunda grande fase, que é a produção e a comercialização. Para a escolha dos laticínios que poderão produzir os queijos e o fermento, ele disse que já foi elaborado um roteiro de normas que os produtores terão que cumprir, chamado pelo projeto de disciplina de fabricação do Queijo Santo Giorno. “Para iniciar a produção e comercialização, agora começa todo o arranjo jurídico, estatuário, contratual, regulamentar para entrar nesta fase, que é bem complexa. Por exemplo, um laticínio que queira entrar no negócio do queijo do Sudoeste vai ter que se adequar a todo esse processo, desde a planta da câmara onde ele vai ser produzido, com que leite ele vai ser produzido, o sistema de sanidade, alimentação, logística de produção e distribuição, tudo isso vai ser trabalhado daqui para frente”, declarou.

Ele também mencionou que a ideia inicial é ter em média de cinco a 10 laticínios produzindo o queijo nos próximos dois anos, e a expectativa é que o produto seja posto para comercialização até o final de 2015.

http://www.diariodosudoeste.com.br/noticias/regiao/8,56271,09,05,queijo-tipico-do-sudoeste-e-apresentado-em-francisco-beltrao.shtml

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