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Sin categoría |4 abril, 2012

Indústria | Redução das pastagens e menor produção provocam alta do leite

Maior problema ocorre pela entressafra de pastagens, neste ano prejudicada pela seca no Sul do Brasil Pecuaristas do Rio Grande…

Maior problema ocorre pela entressafra de pastagens, neste ano prejudicada pela seca no Sul do Brasil

Pecuaristas do Rio Grande do Sul estão negociando leite a um preço 7,7% superior ao mesmo perí­odo de 2011, e o consumidor já paga mais 8% no supermercado. O aumento é reflexo da entressafra de pastagens, neste ano antecipada pela seca. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a seca provocou queda de até 50% na produção, e a escassez de leite acirra a disputa pelo produto.

– Em janeiro, tí­nhamos preço recomendado de R$ 0,64, e a indústria chegou a pagar R$ 0,82. Essa diferença de R$ 0,18 foi bem maior do que no ano passado, quando ficou em torno de R$ 0,06 – explica Carlos Feijó, presidente do Conselho Estadual do Leite (Conseleite) do RS, que regula os preços ao produtor no Estado.

Outro motivo da alta de preço é o reajuste nos salários do setor em 10%, acrescenta o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticí­nios e Produtos Derivados (Sindilat-RS), Darlan Palharini. Feijó aponta aumento de 20% nos custos de produção.

– Quando a gente mais precisou investir, o farelo de soja e o milho tiveram alta, inflacionando a ração – lamenta João Augusto Telles, produtor de Pejuçara, noroeste do Estado.

Os preços devem se manter mesmo com a regularização da chuva. Palharini avisa que, neste ano, a indústria trabalha com patamar mais alto:

– Para que todos tenham resultados e possam investir, o preço do litro não poderá baixar de R$ 1,85.

Presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antí´nio Cesa Longo afirma que o preço do leite deve se elevar até agosto. A partir de setembro, espera redução.

Derivados como leite em pó e queijo também podem subir de preço, calcula o executivo do Sindilat. Creme de leite e leite condensado devem seguir estáveis, já que a matéria-prima não vem apenas do Rio Grande do Sul, avalia Longo.
Fonte: Zero Hora

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