Seagri cadastra entidades para distribuição de leite em Maceió

Seagri cadastra entidades para distribuição de leite em Maceió

A Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), que coordena o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Modalidade Especial Leite (Programa do Leite) em Alagoas, lançou um edital para cadastrar as entidades assistenciais sem fins lucrativos interessadas em distribuir o produto aos beneficiários de Maceió.

As entidades interessadas devem ter pelo menos tríªs anos de fundação, desenvolver algum trabalho de cunho assistencial e não vão receber nenhum recurso financeiro para desenvolver o trabalho. O prazo para entrega das propostas na sede da Seagri, em Maceió, segue até o dia 17 de maio.

Após a seleção, será assinado um Termo de Parceria com a Seagri e cada entidade só poderá se credenciar para uma Unidade de Distribuição do Leite (UDL). Somente em Maceió, mais de 15 mil famí­lias são atendidas diariamente com um litro de leite cada uma. Em todo o Estado, são 80 mil famí­lias beneficiadas com 80 mil litros.

“O Programa do Leite desenvolve um papel fundamental na complementação alimentar de famí­lias em situação de insegurança, atendendo principalmente crianças. Por outro lado, fortalece os pequenos agricultores que, por meio de suas associações, fornecem o produto”, explicou o secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, Jorge Dantas.

Segundo o edital, que foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 16 de abril e que a partir de segunda-feira (23) estará disponí­vel no portal eletrí´nico da Seagri, o órgão também ficará responsável por fiscalizar o trabalho desenvolvido pelas entidades. O termo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado.

Os interessados poderão conferir o documento, bem como os anexos e o modelo de proposta a ser preenchida e entregue, no endereço www.agricultura.al.gov.br ou ir até í  sede da Seagri, na Rua Cincinato Pinto, no Centro, para obter uma cópia impressa.

Fortalecimento do setor

O programa faz parte das ações do Programa Fome Zero, do Governo Federal, e em Alagoas é resultado de um convíªnio entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate í  Fome (MDS) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri).

Para receber o produto, as famí­lias cadastradas devem ter pelo menos uma criança com idade entre dois e sete anos (antes a faixa etária era de seis meses e seis anos), uma gestante ou um idoso com mais de 60 anos, seja ele aposentado ou não.

Cada agricultor familiar incluí­do no Programa do Leite como fornecedor pode vender até um total de R$ 4 mil por semestre. Dessa forma, eles fornecem ao programa cerca de 29 litros por dia. De acordo com dados do MDS, desde que foi criado pela Lei 10.696, em 2003, o Programa do Leite contribui para a ampliação do ní­vel de investimentos em máquinas, equipamentos, instalações de produção, qualidade e higiene do produto.

Nos demais estados, o Governo Federal entra com 80% dos recursos e o Governo Estadual com 20%, adquirindo o produto a R$ 1,22 por litro.
Em Alagoas, como o litro do leite é comprado por R$ 1,34 – para aumentar o ganho do agricultor familiar – o Governo Federal repassa 73,13% desse valor, e o Governo do Estado entra com 26,86%. Do total de 80 mil litros, 500 litros são de leite de cabra, que é adquirido por um valor maior: R$ 1,72 cada litro.

Agíªncia Alagoas

Toda reclamação originada das informações contidas no site de eDairy News será submetida à jurisdição dos Tribunais Ordinários do Primeiro Distrito Judicial da Província de Córdoba, República Argentina, sediado na Cidade de Córdoba, com exclusão de qualquer outro local, incluso o Federal.

*

Critérios na moderação de comentários em termos de publicação e Notícias de produtos em todas as suas publicações.

  • No sé considerarán insultos de qualquer tipo em contra de qualquer persona, sea usuario, moderador ó editor. Apenas se aceitar denuncias realizadas com nome e apelido do autor do comentario, previa confirmação de moderador.
  • Críticas destructivas infundadas e gratuitas, expressões de mal gusto, sean ofensivas, racistas ou xenófobas.
  • Hacer SPAM, (Insertar vínculos de páginas web sem links para o tema, correções eletrônicas, etc ...)
  • Comentários que não tem sentido com a nota no setor lácteo.

Related posts


Top