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A pecuária de leite está passando por um momento de ajustes, sonhados por uns e odiados por outros. O mais interessante deste momento é que as normativas estão sendo defendidas por boa parte dos produtores, isto quer dizer que a mentalidade deles mudou, evoluiu e o próprio produtor sabe da importância de uma legislação específica para a qualidade do leite.

Nos Estados Unidos quem criou as regras e as BPA (Boas Práticas Agropecuárias) foram os agricultores, conscientes da necessidade de se oferecer um produto de primeira. “Qualidade da origem”: eles (produtores) batem no peito e dizem. “Deixem para nós a origem e a qualidade, pois nós somos os maiores interessados em criar procedimentos para nós mesmos seguir”.

Na Nova Zelândia lá por volta de 1975 a consciência de que qualidade tinha que ser prioridade tomou conta da cadeia e eles balizaram a CBT (Contagem Bacteriana Total) em 50 mil, reconhecendo que “leite cru ruim é um limite ao crescimento”.

No Brasil já não é de hoje que se tenta criar uma instrução normativa para o leite, porém, ela enfrentava resistência dos produtores. Mas antes tarde do que nunca! Em 2019 estamos vendo um movimento diferente, no qual os produtores estão preocupados em ver as regras em vigor. Isso nos anima, pois mesmo nós estando alguns anos atrás dos demais, estamos seguindo o mesmo caminho.

E se a iniciativa vem da base (produtor) ela vem forte e vem para ficar. Então apertem os cintos que vamos decolar em qualidade e possivelmente em exportação!

O setor de pecuária leiteira no Brasil é de grande importância econômica e social para o país. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

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