Mercado do produto tem crescimento vegetativo e empresas direcionam produção para atender o consumo interno; para exportar precisam ganhar escala
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Os argentinos juram que o doce de leite foi inventado por eles. O relato mais conhecido que atesta a crença aparece no livro ‘La comida em la história argentina’, do escritor local Daniel Balmaceda. A lenda conta que foi no dia 24 de junho de 1829, na fazenda “El Pino”, do então governador da província de Buenos Aires, Juan Manuel de Rosas, onde se negociava o histórico Pacto de Cañuelas, para colocar fim à guerra civil no país. Naquela ocasião, a cozinheira de Rosas teria esquecido no fogo a panela onde esquentava o leite com açúcar para servir às visitas e acabou virando o doce de leite. Desde então, a pequena cidade de Cañuelas se tornou o berço da iguaria e os argentinos se gabam pela invenção.

Existem outras versões, segundo o historiador: uma delas envolve a escritora Victoria Ocampo, que ofereceu o doce para o diretor da orquestra russa Igor Stravinsky para impressioná-lo e ele teria dito que era um produto original de sua terra com o nome de “kajmak”. Já no livro Dulce de Leche. Una história uruguaya, o jornalista Leonardo Haberkorn escreve que a mágica redução açucarada de leite nasceu na Índia há milhares de anos. Outra versão afirma que a invenção veio do Sudeste Asiático, passando por Filipinas até chegar a Acapulco, no México. A autoria do invento é reclamada também pelo Uruguai, enquanto que para os brasileiros, o doce de leite nasceu mesmo em Minas Gerais.

A temperatura percebida está intimamente ligada à temperatura do ambiente que, juntamente com a umidade relativa, aumentam no verão.

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