"> Abates em SP em 2018 se estabilizam em 3,7 milhões de cabeças - eDairyNews-BR
O Instituto de Economia Agrícola (IEA) estima que no Estado de São Paulo foram abatidos em 2018 3,7 milhões de bovinos, volume estável em relação ao ano anterior.
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O Instituto de Economia Agrícola (IEA) estima que no Estado de São Paulo foram abatidos em 2018 3,7 milhões de bovinos, volume estável em relação ao ano anterior. A produção de carne bovina alcançou 945,5 mil toneladas, leve queda de 0,27% ante 2017, quando foram produzidos 948,18 mil toneladas. Os dados, divulgados nesta segunda-feira, 18, fazem parte do levantamento anual da Secretaria de Agricultura, que considera análises feitas entre os dias 1º e 20 de novembro de 2018.

No ano passado, o rebanho diminuiu 1%, para 10,4 milhões de cabeças. Os bovinos de corte representaram 6,4 milhões de cabeças, alta de 2,6%. Já o rebanho do gado leiteiro caiu 6,6%, para 1,1 milhão de cabeças. Na categoria gado misto houve um decréscimo de 6,2% em 2018, para 2,8 milhões de cabeças. “A queda no número de animais da categoria misto, sem a especialização se é de corte ou de leite, parece refletir a dificuldade de lidar com margens de retorno menores da pecuária, pois trata-se de um rebanho característico de pequenas e médias criações”, explica o IEA, em nota.

Da mesma forma, a secretaria acredita que a queda no volume de animais do segmento leiteiro está atrelada a custos crescentes, tanto fixos quanto variáveis, além da importação de leite de outros Estados, que dificultam a atividade para pequenos e médios produtores.

Ainda de acordo com o levantamento, a produção leiteira em 2018 foi de 1,7 bilhão de litros, aumento de 7% em relação ao ano anterior, mesmo com rebanho menor. De acordo com o IEA, o produtor de leite está mais especializado e parece aumentar o rendimento de litros de leite por animal por meio da melhoria dos índices de produtividade ligados à genética, nutrição animal e também pela melhor gestão da atividade.

Quanto às áreas de pastagens, houve queda de 2,8% para 6,7 milhões de hectares, provavelmente em função da perda de área para a produção vegetal, diz o IEA.

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