Abertura do mercado chinês para exportação de produtos lácteos anima empresários no Centro-Oeste de Minas – eDairyNews Últimas notícias
Brasil |26 julio, 2019

mercado | Abertura do mercado chinês para exportação de produtos lácteos anima empresários no Centro-Oeste de Minas

Até o momento, 24 empresas brasileiras podem vender produtos para o país asiático.

anúncio feito pelo Ministério da Agricultura nesta terça-feira (23) de que a China vai abrir mercado para a exportação de produtos lácteos brasileiros, como leite em pó e queijos, animou o mercado nas cidades do Centro-Oeste de Minas Gerais.

O empresário João Batista de Souza, está empolgado com a novidade. Segundo ele, foi a «melhor notícia da última década». A fábrica dele existe há 30 anos em Divinópolis e, atualmente, fabrica 70 produtos feitos a base de leite de búfala.

A empresa de João se adequou às normas internacionais de importação há dois anos e está credenciada para fazer vendas para os Estados Unidos. Contudo, segundo ele, há pelo menos 20 anos ele tenta exportar o produto.

«Há muitos anos que o setor esperava por essa notícia tão boa, que é o mercado da China. A gente sabe que é o maior mercado do mundo e a perspectiva é muito boa para o nosso setor», afirmou.

Acordo

O acesso aos consumidores chineses estava acordado desde 2007, mas não havia nenhuma indústria brasileira habilitada a exportar. Em todo o país, até o momento, 24 empresas estão autorizadas a vender produtos para o país asiático. Em Minas Gerais, os estabelecimentos habilitados ficam em Sete Lagoas, Uberlândia, Tiros, Arapuá e Guanhães.

Com a liberação, a Associação Brasileira de Produtos de Laticínios acredita que em 2020 o novo mercado movimente cerca de US$ 4,5 bilhões.

Abertura do mercado chinês para exportação de produtos lácteos anima empresários

Abertura do mercado chinês para exportação de produtos lácteos anima empresários

De acordo com o engenheiro agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater) em Arcos, Zenaide Lima da Fonseca, a possibilidade de exportar o queijo para um mercado como a China agrega valor a todo o setor.

«Isso vai dar um impacto muito grande, porque vai ampliar as oportunidades do produto, da matéria-prima leite. Então vai mexer com toda a cadeia produtiva. Vai mexer com o mercado de rações, vai mexer com as lojas, com os produtos, com os serviços», pontuou o engenheiro.

Com a novidade, Marcelo Vargas Leão, produtor de leite de búfala de Oliveira, e que produz cerca de 4,5 mil litros por dia, pretende aumentar em cerca de 15% a produção nos próximos anos.

«A gente já tem um programa, tem um veterinário que já dá suporte para o pessoal que trabalha com a gente. Então, a gente está sempre tentando melhorar com genética, com o apoio veterinário. Eu acredito que isso está crescendo. O búfalo vem crescendo muito, cresceu muito nesses últimos anos, e eu acredito que vá crescer mais ainda, principalmente com essa expectativa de melhorias no mercado de leite», externou.

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