As autoridades italianas chegaram a um acordo nesta sexta-feira (8) para encerrar os protestos de produtores de leite de cabra e de ovelha da Sardenha contra a queda no preço da bebida
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As autoridades italianas chegaram a um acordo nesta sexta-feira (8) para encerrar os protestos de produtores de leite de cabra e de ovelha da Sardenha contra a queda no preço da bebida, que chegou a ser vendida à indústria de queijos por menos de 60 centavos de euro por litro.

Após uma reunião na sede da Província de Sassari, na presença de pastores, empresas de transformação e representantes do governo italiano e da Sardenha, as partes concordaram em estabelecer um preço mínimo de 74 centavos por litro.

Em fevereiro, os produtores de leite haviam entrado em acordo para exigir um piso de 80 centavos, enquanto os industriais falavam em 72 centavos. “Estou satisfeito e agradeço a todos aqueles que permitiram chegar a este resultado”, comemorou o ministro do Interior Matteo Salvini, que se empenhara pessoalmente nas tratativas.

Os pastores, no entanto, dizem que esse é apenas um ponto de partida. “Agora precisamos cuidar da fase estrutural”, declarou Gianuario Falchi, um dos representantes dos leiteiros. O governo italiano já aprovou a destinação de 29 milhões de euros para apoiar o setor, incluindo 10 milhões para um fundo voltado a aumentar a competitividade do leite ovino.

Desde o início do ano, os pastores sardos bloquearam diversas estradas para protestar contra a queda do preço do leite, provocada principalmente pelo excesso de queijo pecorino no mercado. (ANSA)

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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