Davi de Moraes Gass tornou-se o primeiro em Santa Cruz a implantar a técnica de confinamento chamada compost barn
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email

Davi de Moraes Gass tornou-se o primeiro em Santa Cruz a implantar a técnica de confinamento chamada compost barn

Depois de “namorar” durante três anos um sistema de produção leiteira no Vale do Taquari, o agricultor Davi de Moraes Gass tornou-se o primeiro em Santa Cruz do Sul a implantar a técnica de confinamento chamada compost barn (estábulo com compostagem), na propriedade situada em Cerro Alegre Alto. O método visa reduzir custos de implantação e manutenção, melhorar índices produtivos e sanitários dos rebanhos e possibilitar o uso correto de dejetos orgânicos (fezes e urina) provenientes da atividade.

O agricultor ergueu um galpão de 1.380 metros quadrados com capacidade para 72 vacas leiteiras confinadas. A estrutura física coberta serve, primeiramente, para melhorar o conforto e bem-estar dos animais e, em consequência disso, aumentar os índices de produtividade.

O secretário de Agricultura, Tiago Hoelzel Staub, explica que o método adotado é inovador no meio rural, possibilitando aumento de produtividade e longevidade do animal. “Esse sistema, no qual o gado fica confinado 24 horas por dia em uma grande área de cama comum, formada por serragem, proporciona conforto ao animal e melhora os índices de produção.”

Gass explica que o sistema já é utilizado há mais tempo entre produtores de leite no Vale do Taquari. Ele recebeu o incentivo do veterinário Ronaldo Luis Pagliarini, de Teutônia, que lhe presta assessoria há cinco anos. Conta que decidiu pela implantação após visitar várias propriedades onde a prática está em uso e se certificar das vantagens. Uma delas é o aumento da produção em área menor. E como não haverá o pisoteio dos animais em áreas produtivas, será possível aproveitar melhor o espaço para o cultivo de milho e feno. Além disso, a técnica reduz o serviço, pois não há mais necessidade de manejar os animais. A saúde das vacas também melhora, com a diminuição dos problemas de casco, por exemplo.

A companhia de lácteos Fonterra, da Nova Zelândia, obteve lucro de 583 milhões de dólares neozelandeses (US$ 341 milhões), depois de impostos, no ano fiscal 2022, encerrado em 31 de julho. O resultado representa queda de 3% ante o período anterior.

Você pode estar interessado em

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada.

Para comentar ou responder, você deve 

ou

Notas
Relacionadas

ASSINE NOSSO NEWSLETTER