Presidente da Apil/RS, Wlademir Dal'Bosco, participou de Café da Manhã com a Imprensa
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No Café da Manhã com a Imprensa, nesta quarta, o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios (Apil/RS) Wlademir Dal’Bosco comentou o atual momento do setor na sede da entidade no Parque Assis Brasil. “Nossas grandes metas estão na profissionalização dos produtores e uma necessária redução na carga tributária, que nos impede de avançar no cenário brasileiro”.

Depois de um período breve em que perdeu o posto para o Paraná, o Rio Grande do Sul voltou ao segundo lugar em produção de leite no país, só perdendo para Minas Gerais. “A tendência é de crescimento para os próximos dez anos. O clima e solo são favoráveis. Só precisamos evoluir em infraestrutura. O setor lácteo precisa de tecnologia e estamos em desvantagem pelos custos de produção”, salienta Dal’Bosco.

Com uma produção de 12,5 milhões de litros por dia, o RS dedica 80% ao leite em pó e UHT e o restante para derivados, com destaque ao queijo mussarela. “Não tem alternativas, a nao ser criativos e reduzir ao máximo os custos. É um setor altamente tributado. O governo precisa fazer a parte dele”, reiterou.

O preço do leite longa vida caiu pelo terceiro mês consecutivo nos supermercados do país.

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