Projetos sustentáveis terão acesso a uma nova linha de crédito, com destaque para o AgroNordeste.
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Fonte: SFGATE

Projetos sustentáveis da agricultura brasileira terão acesso a uma nova linha de crédito aprovada nesta quarta-feira (8) pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos da operação de crédito, no valor de US$ 1,2 bilhão, destinam-se a financiar, prioritariamente, projetos para o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas agropecuárias.

Parte destes recursos – US$ 230 milhões – será aplicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Agropecuário no Nordeste (AgroNordeste), sendo investida no desenvolvimento de oportunidades econômicas em cadeias de valor agropecuárias, na regularização fundiária e ambiental. Os recursos também serão utilizados em projetos do AgroNordeste para ampliação da área livre de moscas-das-frutas existente no Rio Grande do Norte e no Ceará, e na Consolidação da Área de Proteção Fitossanitária de moscas-das-frutas na região do Vale do São Francisco.

Os recursos destinados ao AgroNordeste beneficiam, por exemplo, associações e cooperativas do Piauí (produção de mel), Rio Grande do Norte (produção de manga e ovinocultura), Paraíba (peles, couros e ovinocaprinocultura), Sergipe (leite), Espírito Santo (pimenta-do-reino) e Minas Gerais (polvilho e mandioca). Outros projetos do programa serão avaliados e devem beneficiar no total mais de 166 mil produtores, organizados ou não em associações e cooperativas.

As linhas de crédito do BID ficarão disponíveis por dez anos, e os projetos apresentados deverão estar alinhados com as políticas de apoio ao setor agropecuário e ao desenvolvimento rural e definidas como prioritárias pelo Plano Estratégico 2020-2031 do Mapa especialmente nas áreas temáticas de defesa agropecuária, inovação agropecuária (pesquisa, assistência técnica e extensão rural), regularização fundiária, regularização ambiental e sustentabilidade ambiental adaptada às mudanças climáticas.

O objetivo da nova linha de crédito consiste em melhorar a produtividade e a resiliência do setor agropecuário, a renda e o acesso a serviços básicos no Brasil rural. Poderá ser acessada por entidades do Governo Federal, dos governos estaduais e por instituições financeiras para atuarem como intermediárias com o setor privado, seguindo as normas estabelecidas pela Cofiex.

O BID é parceiro do Brasil desde sua criação, em 1959. Ao longo desse período, foram realizados diversos projetos de alta relevância social e econômica. No Ministério da Agricultura, foram muitas iniciativas exitosas, como as operações de apoio à defesa agropecuária, à irrigação e à Embrapa. O apoio do banco trouxe modernização do sistema de defesa agropecuária brasileiro, além da cooperação financeira, avançou em projetos de cooperação técnica nos temas ligados à sustentabilidade, como adaptação climática, seguro rural e inovação.

A cadeia láctea tem sua dinâmica moldada por vários aspectos, os quais refletem diretamente no preço do leite pago aos produtores.

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