O mercado de importação de leite em pó no Mercosul é impulsionado pelo Brasil como o maior importador.
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email

Os preços estão atualmente em USD 4200 por tonelada devido ao aumento das importações nos gigantes asiáticos.
Além de tudo que o leite em pó representa no mercado doméstico, este produto é amplamente comercializado no mercado internacional, devido a sua maior disponibilidade logística. Os principais países exportadores são: Estados Unidos, União Européia, Nova Zelândia, Argentina e Uruguai; os importadores são: Brasil, China, Tigres Asiáticos e países produtores de petróleo, como a Argélia.

Em 2021, o Brasil importou 51.842 toneladas de leite em pó integral e 23.946 toneladas de leite em pó desnatado, ou seja, um total de 75.788 toneladas de leite em pó foram importadas. Os principais países de onde o Brasil importa são os países do Mercosul, como a Argentina e o Uruguai. No mesmo ano, o Brasil exportou um total de 3.926 toneladas de leite em pó.

Portanto, a dinâmica da balança comercial mostra que o país é predominantemente importador quando se trata deste produto lácteo e, conseqüentemente, os valores dos produtos importados são relevantes para a formação de preços em nosso país.

Uma das principais plataformas de leilão de produtos lácteos no mercado internacional é a Global Dairy Trade (GDT). A ferramenta começou a operar em julho de 2008 e agora se tornou o principal indicador das cotações leiteiras no mercado internacional. Os leilões são realizados duas vezes por mês, sempre no início de cada quinzena.

Estes preços do mercado internacional publicados pelo leilão da GDT estão ligados à taxa de câmbio (dólar) para chegar ao preço equivalente do leite importado pago no Brasil, ou seja, um preço de referência para produtos importados convertidos para o mercado interno. Se esses preços estiverem acima dos praticados no mercado interno, as importações são desencorajadas. O contrário também é verdade, se esses preços estiverem abaixo dos praticados no mercado interno, as importações tendem a ser estimuladas.

O aumento das importações e/ou a diminuição das exportações aumentam a oferta de leite no mercado interno, o que tende a diminuir os preços cobrados pelo produto. A diminuição das importações e/ou o aumento das exportações, por sua vez, reduz a quantidade de leite disponível no país, o que tende a gerar valores mais altos nas negociações para o produto.

Calendário atual

A primeira metade de 2022 foi intensa no mercado internacional de laticínios. Os preços do leite em pó integral, por exemplo, chegaram a quase US$ 5.000/tonelada em meados de março. Este movimento foi ancorado à demanda chinesa e a partir de abril, com a redução da demanda de importação da Ásia, os preços internacionais começaram a cair, atingindo cerca de USD 4.200/tonelada nesta época.

Em termos de incentivos à importação, então, o início do ano não foi muito atrativo para a compra de produtos lácteos estrangeiros, com a abertura de uma janela para a exportação de leite brasileiro. Entretanto, com a queda dos valores do mercado internacional e o aumento dos preços domésticos no Brasil, este incentivo mudou, e estamos vendo agora um aumento da demanda por produtos importados.

No momento, as importações não têm sido maiores apenas devido à baixa disponibilidade de nossos vizinhos do Mercosul. O que podemos dizer em relação a esta questão é que a disponibilidade da Argentina e do Uruguai deve aumentar a partir de agosto, ampliando o espaço para as vendas ao Brasil.

Traduzido com – www.DeepL.com

Valorização está relacionada ao forte aumento do custo de produção por conta da forte estiagem sofrida no Brasil.

Você pode estar interessado em

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada.

Para comentar ou responder, você deve 

ou

Notas
Relacionadas

ASSINE NOSSO NEWSLETTER