A fábrica de leite em pó que o Grupo Betânia implantou e entrou em teste em Morada Nova iria para a Bahia.
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A fábrica de leite em pó que o Grupo Betânia implantou e entrou em teste em Morada Nova iria para a Bahia.

Dentro de alguns dias, o Ceará começará a produzir leite em pó, mas isso só está sendo possível porque o governador Camilo Santana e seu secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, convenceram o sócio e CEO da Betânia Lácteos, Bruno Girão, a construir aqui, e não na Bahia como estava previsto, a moderna fábrica – já em fase de testes – que consumiu R$ 50 milhões em investimentos.

Os entendimentos iniciais entre o governo do Ceará e a Betânia foram feitos pelo seu também sócio e diretor de Assuntos Institucionais, Jorge Parente Frota Júnior.

O Ceará ganhou a disputa pela fábrica de leite em pó da Betânia Lácteos oferecendo-lhe um cardápio de incentivos fiscais um pouquinho melhor do que o apresentado pelo governo baiano.

Uma reunião preliminar juntou Bruno Girão, Maia Júnior e Jorge Parente, que concordaram na localização da fábrica em Morada Nova, onde o Grupo Betânia, fundada pelo empresário Luiz Prata Girão, tem uma moderna planta industrial que produz toda a linha de lácteos.

Em seguida, a reunião final, decisiva, foi com o governador Camilo Santana, que assegurou a concessão do menu de incentivos.

A fábrica de leite em pó da Betânia em Morada Nova tem equipamentos argentinos que poderão processar, diariamente, até 200 mil litros de leite, transformando-os em leite em pó.

A princípio, as embalagens do leite em pó, com a marca Betânia, serão de 200 e 800 gramas para o consumidor doméstico; a embalagem industrial será em sacos de 25 quilos.

A nova fábrica cearense do Grupo Betânia, que será inaugurada em data a ser marcada pelo governador Camilo Santana, está abrindo 50 novos empregos diretos.

 

 

 

No total, 57 prêmios vieram para o Brasil; produção do queijo mineiro já é reconhecido como patrimônio cultural imaterial.

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