A Campicarn e os produtores de leite assinaram um protocolo de parceria que tem em vista a produção de animais de aptidão cárnica, contribuindo para o equilíbrio da balança comercial e para a competitividade da economia.
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Bloomberg

“A Carnes Campicarn, a Lactoop — União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Vouga e a Proleite — Cooperativa Agrícola de Produtores de Leite assinaram, esta terça-feira, um protocolo de parceria para a produção de animais de aptidão cárnica”, lê-se num comunicado conjunto hoje divulgado.

Este protocolo tem por objetivo contribuir para o equilíbrio da balança comercial, fomentar a competitividade da economia e para a possibilidade de diversificação das áreas de negócio dos produtores com explorações leiteira.

A isto somam-se preocupações com a sustentabilidade e bem-estar animal, bem como a possibilidade de rastrear o produto que chega à mesa dos consumidores.

Esta parceria, que se insere na estratégia europeia ‘Farm to Fork’ (do prado ao prato) e na agenda Terra Futura, irá ainda dar origem à redução da pegada ecológica do setor da carne de bovino, “consequência de circuitos curtos entre produção, abate e indústria, distribuição e comercialização”.

A Carnes Campicarn, fundada há 34 anos, tem uma unidade industrial em Vila Nova de Famalicão e é detentora da SAPJU Carnes, em Beja, com matadouro e sala de desmancha, bem como de uma unidade industrial em Braga e de duas unidades em Torres Novas.

Por sua vez, a Lacticoop e a Proleite representam cerca de 1.000 produtores agropecuários, 400 dos quais com explorações certificas em bem-estar animal.

“A garantia de elevada qualidade de produto, resultado da definição de uma dieta altamente nutricional e adequada para animais de aptidão cárnica, assim como a idoneidade da rastreabilidade, através da promoção da produção local permitindo que o consumidor conheça de forma clara a origem dos alimentos e os valores utilizados nas explorações agrícolas, a par da certificação em bem-estar animal das explorações aderentes, cuja capacidade já instalada é notória, são garantes subjacentes ao protocolo de parceria para a produção de animais de aptidão cárnica”, apontaram.

Os empresários mexicanos que se dedicam ao negócio do queijo e laticínios têm enfrentado uma situação difícil nos últimos meses.

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