Revisão foi puxada pela melhora das perspectivas para o milho safrinha após plantio adiantado da soja
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Revisão foi puxada pela melhora das perspectivas para o milho safrinha após plantio adiantado da soja

A Conab elevou hoje sua previsão para a produção brasileira de milho na safra 2018/19. De acordo com o órgão ligado ao Ministério da Agricultura, serão colhidas 91,65 milhões de toneladas do grão, volume 13,65% superior ao observado no ciclo anterior, quando a cultura sofreu com adversidades climáticas, e acima das 91,19 milhões de toneladas apontadas em janeiro.

A revisão foi puxada pela melhora das perspectivas para o milho safrinha, semeado após a colheita das culturas de verão (sobretudo a soja). Segundo a Conab, as boas condições climáticas no final do ano passado permitiram o adiantamento do plantio, ampliando a janela para a semeadura das culturas de inverno – entre elas o milho safrinha.

Com isso, o órgão espera a colheita de 65,2 milhões de toneladas de milho de segunda safra este ano ante 63,7 milhões apontados no mês passado e 53,9 milhões na safra 2017/18. Em relação à área do milho safrinha, a Conab aponta uma intenção de plantio de 11,8 mil hectares, aumento de 2,4% ante a safra passada.

No total, a Conab aponta o plantio de 16,8 mil hectares com milho neste ano-safra, avanço de 1,3% ante 2017/18. Para  acultura de verão, a previsão agora é de queda na área plantada, de 1,2%, para 5,02 mil hectares em 2018/19 ante 5,08 mil hectares em 2017/18.

Soja

No caso da soja, a Conab reduziu suas previsões de safra. O órgão aponta uma produção de 115,3 milhões de toneladas em 2018/19 ante 118,8 milhões apontados no mês passado. Se confirmado, o volume representará queda de 3,3% ante a produção recorde de 119,3 milhões observada no ano-safra passado.

O corte, explica a Conab em nota, acompanha a redução na produtividade gerada pelas más condições climáticas em alguns estados, sobretudo Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná. O órgão espera uma área plantada de 35,8 mil hectares, avanço de 1,9% ante 2017/18, mas com uma produtividade 5,1% menor na mesma comparação (3,2 kg/ha).

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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