Os valores recebidos pelo produtor têm sido os maiores da série histórica do Cepea para esse período do ano
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Os valores recebidos pelo produtor têm sido os maiores da série histórica do Cepea para esse período do ano

O custo de produção da pecuária leiteira subiu nos primeiros três meses de 2019, mas em menor intensidade que o leite. No acumulado do primeiro trimestre, o Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os desembolsos da propriedade, teve aumento de 0,47% na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), sob influência do reajuste do salário mínimo.

No mesmo período, os preços de adubos e corretivos registraram queda de 1,16%, na esteira da valorização do Real frente ao dólar, uma vez que os preços desses insumos são influenciados pela moeda norte-americana.

O concentrado, por sua vez, acumula desvalorização de 0,55% entre janeiro e março, devido à expectativa de bons resultados na segunda safra do milho.

Apesar do aumento dos custos no primeiro trimestre de 2019, a atividade leiteira está num momento de recuperação de margens. Após a queda no preço do leite na segunda metade de 2018, o produto acumulou valorização real de 18,9% na “média Brasil” de janeiro a março.

Vale ressaltar que os valores recebidos pelo produtor têm sido os maiores da série histórica para esse período do ano, propiciando um momento favorável para a atividade.

Especificamente em março, o COE registrou elevação de 0,14% na comparação com fevereiro. Apesar da valorização acentuada de adubos e corretivos, de 2,19% na mesma comparação, as retrações nos preços dos concentrados e da suplementação mineral, de 0,67% e 0,34% respectivamente, suavizaram o aumento do COE.

Dados sobre os principais indicadores para a cadeia produtiva do leite como preços do leite no mercado brasileiro e internacional, relação de troca ao produtor, balança comercial brasileira de leite e derivados.

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