O primeiro semestre de 2022 pode ter espaço para altas maiores nos preços do leite e dos derivados, de acordo com a Scot Consultoria
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O setor leiteiro sofreu forte pressão do clima e do alto custo de produção neste ano, com os fertilizantes e defensivos pesando no bolso no produtor.

Já para 2022, a pressão sobre os custos de produção pode diminuir e o primeiro semestre do ano pode ter espaço para altas maiores nos preços do leite e dos derivados, de acordo com a Scot Consultoria. “Para o primeiro semestre de 2022, com o cenário ajustado com relação à oferta de leite e a possibilidade de demanda interna melhor, há espaço para altas mais fortes nos preços do leite e derivados”, diz.

Segundo a analista de mercado Sophia Honigmann, em 2021, a chegada antecipada do período seco e o atraso nas chuvas na maior parte do país impactaram a produção no campo. Assim, as condições ruins das pastagens intensificaram a necessidade do uso de alimentos concentrados.

“O clima seco pesou sobre a semeadura e o desenvolvimento da segunda safra de milho. E a cotação do cereal ficou firme ao longo do ano, com o peso das altas do dólar e a demanda interna bem firme. Com isso, os custos de produção do produtor de leite aumentaram ao longo do ano. Mesmo com o preço pago ao produtor em alta, a margem do produtor ficou mais estreita”, explica.

2022

De acordo com Honigmann, no curto prazo, o peso da safra, com aumento das chuvas, deve exercer pressão de baixa no mercado do leite.

Segundo a analista, se o clima colaborar, e a safra de grãos se confirmar, existe a possibilidade de diminuição na pressão sobre os custos de produção, com possibilidade de melhora nas margens da atividade. “O cenário não deve ser tão pressionado no primeiro trimestre, o produtor tem que ficar atento ao preço do milho, especialmente neste período”.

A cadeia láctea tem sua dinâmica moldada por vários aspectos, os quais refletem diretamente no preço do leite pago aos produtores.

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