As baixas foram influenciadas, principalmente, pela desvalorização no grupo dos alimentos concentrados
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Os custos de produção da pecuária leiteira registraram ligeira queda em agosto. O Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os gastos correntes da propriedade na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), recuou 0,45% frente a julho e o Custo Operacional Total (COT), que engloba o COE, o pró-labore e as depreciações, 0,43%.

As baixas no COE e COT foram influenciadas, principalmente, pela desvalorização de 0,97% no grupo dos alimentos concentrados, na média Brasil, entre julho e agosto. Dentre os estados pesquisados, Santa Catarina foi o que registrou a queda mais expressiva, de 2,87%.

Por outro lado, a redução dos custos de produção foi atenuada pelo aumento de 0,59% nos preços dos insumos de suplementação mineral. A alta é reflexo da demanda elevada pelo produto, em consequência da diminuição da oferta e qualidade das pastagens nesse período de estiagem na região central do Brasil.

Além disso, a valorização do dólar frente ao Real também contribuiu para maiores desembolsos com esse insumo, visto que o fosfato bicálcico, uma das matérias-primas utilizadas na produção de sal mineral, é importado.

Relação de troca – O preço do leite registrou a segunda queda consecutiva em agosto, prejudicando a relação de troca para o produtor, mesmo com a saca de milho 1,9% mais barata frente ao mês anterior, conforme o Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP). Em agosto, foram necessários 27,04 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho, 2,5% a mais que em julho/19. No comparativo com agosto do ano passado, o poder de compra do produtor diminuiu 1,57%.

Como em quase todos os aspectos da vida, o que é bom é bom porque está em equilíbrio: a dieta mais completa, mais ecológica e mais barata possível dentro dessa completude será composta de animal, com o leite desempenhando um papel de liderança, e vegetal.

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