O deputado Luiz Fernando Guerra (PSL) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa do Paraná formulando convite oficial ao diretor-presidente da Companhia Paranaense de Energia – COPEL, Daniel Pimentel Slaviero para participar de uma audiência pública na sede da Associação das Câmaras Municipais do Sudoeste do Paraná (ACAMSOP), em Francisco Beltrão.
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Deputado Luiz Fernando Guerra (PSL).Créditos:Orlando Kissner/Alep

A motivação do encontro é por conta dos frequentes registros de queda de energia elétrica que acontecem na região Sudoeste do estado e ocasionam prejuízos em especial para os produtores rurais, afirma o parlamentar.

Segundo o deputado, “as quedas na distribuição de energia elétrica no Sudoeste são um problema antigo, que afeta os consumidores nas cidades e principalmente na área rural, onde muitas das atividades agrícolas precisam ser paralisadas em função da instabilidade. Outras situações que têm causado reclamações são o aumento na conta de luz e a demora para reestabelecer as conexões em caso de desligamento”.

O deputado explica que a entidade representativa dos Poderes Legislativos do Sudoeste paranaense promoveu um minucioso levantamento dentre os representantes das cidades regionais referentes às situações que envolvem registros de interrupções e quedas de energia elétrica. Guerra recorda, ainda, que este tema já foi objeto de requerimento de sua iniciativa parlamentar aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná em maio de 2020. Na ocasião, o deputado, já solicitada que a Diretoria da empresa atuasse junto às subsidiárias integrais (Copel Geração e Transmissão/Copel Distribuição), no sentido de que fossem fornecidas informações e respectivas providências urgentes sobre as constantes quedas de energia elétrica.

O deputado Luiz Fernando Guerra diz também que considerando-se que a região Sudoeste paranaense é produtiva e economicamente baseada no agronegócio, portanto, essa situação atinge, principalmente, produtores de leite e aves da região; prejudicando produtores rurais que dependem da eletricidade para ordenhar os animais, resfriar o leite ou tocar um aviário, por exemplo. Requer-se a sensibilidade social e a eficiência costumeira por parte da nossa companhia de energia, para que os consumidores do Sudoeste, através da nossa representatividade oficial e intervenção, possam ser atendidos e ter a resolução desta demanda, com a prioridade que a causa requer.

Desestimulados com o mercado leiteiro em Goiás, produtores abandonam a produção e preço do leite dispara.

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