O pecuarista Wagner Queiroz, de Inhaúma, Minas Gerais, a cerca de 100 km da capital Belo Horizonte, enviou uma pergunta sobre sanidade animal ao Giro do Boi.
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O pecuarista Wagner Queiroz, de Inhaúma, Minas Gerais, a cerca de 100 km da capital Belo Horizonte, enviou uma pergunta sobre sanidade animal ao Giro do Boi. Ele relatou que trabalha com pecuária leiteira e tem dúvidas sobre cuidados especiais com uma vaca que venha a parir ainda em lactação.

A pergunta foi respondida pela médica veterinária Vanessa Masson, da MSD Saúde Animal, que advertiu que a recorrência desta situação pode se tornar um problema. “Ele trouxe uma situação que muitas vezes pode acontecer, mas que não é o ideal para estar se fazendo de manejo. Nós sabemos que é importante que a vaca tenha um período de descanso, que é ali que ela vai ter uma regressão das células produtores de leite para poder nascer, então, as células da próxima lactação”, alertou.

 

A especialista confirmou que há, de fato, certos cuidados especiais quando isto ocorre. “Quando isso acontece, talvez por algum descuido, a gente precisa tomar algumas providências importantes. Provavelmente esta vaca deve estar em bom escore corporal, é importante verificar se ela tem alguma doença pós-parto, como retenção de placentahipocalcemia, algumas doenças destas que são comuns. Mas tem que lembrar que esta vaca não estava preparada, então o organismo não estava se preparando para esta nova lactação”, apontou.

“Então talvez o uso de um BST como uma ferramenta estratégica pode auxiliar. Então fazer uma dose de somatotropina no dia seguinte a esse parto e depois deixar este animal, como uma estratégia, continuando, recebendo, pode ser algo importante. Lembrando que quando a gente faz o BST nas vacas, normalmente, a gente espera um período pós-parto. Então tudo isso é importante ser observado, como está a condição desta vaca. Mas talvez, para garantir a lactação futura, pode ser algo interessante”, concluiu.

Veja a resposta completa no vídeo a seguir:

 

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