De acordo com o Roadmap 2018-2022, o objetivo proposto é obter US$ 500 milhões em exportações até 2022.
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email

A lista de exportadores de carne, carne bovina e laticínios de 2021 inclui mais de 25 empresas, que relataram um recorde de US$ 427,4 milhões, um aumento de mais de 50% em relação a 2020.

Carne e miudezas

2021 foi um ano recorde para as exportações de carne bovina, com 56.790 toneladas de carne e miudezas comercializadas até o final de dezembro, 66,4% mais que as 34.124 toneladas comercializadas em 2020, e 173,4% mais que as 20.774 toneladas comercializadas em 2019.

Em termos de valor FOB, as remessas representaram vendas de US$247,7 milhões, 100,9% a mais que os US$123,3 milhões do ano anterior, e 225,1% a mais que os US$76,2 milhões obtidos em 2019, confirmando o potencial do setor pecuário como exportador.

A fábrica mais destacada nesta área é a Red Cárnica S. A. S., da multinacional Minerva Foods, que conseguiu exportar 51.225 t, seguida pela Alimentos Cárnicos com 3.493 t, e em terceiro lugar a Comercializadora Derivados Cárnicos S. A. S. com 1.283 t.

As demais empresas incluem Global Hides S. A. S. S., Cattlemeat S.A.S., A1A Cargotrans Import & Export S.A.S., Camagüey S.A., Frigorífico del Sinú – Frigosinú S. A., Inversiones Bonanza J Y C e Distrifruver Angello S. A. S. completaram a lista de abatedouros com 7,89 t.

Gado vivo

Ao longo do ano, o carregamento de 247.171 bovinos foi alcançado, 16.936 a menos que os 264.107 em 2020, representando 6,4% a menos. Mas ultrapassou o que foi alcançado em 2019, 227,9% mais do que os 75.370 exportados há dois anos.

Há apenas quatro empresas nesta categoria, mas há também uma que domina: a Expoganados Internacional S.A.S., que conseguiu comercializar 142.571 espécimes em 2021 (58%).

Os outros foram Inversiones Bonanza J Y C Sociedad Anónima Simplificada O IB com 56.574 animais o que corresponde a 23%, C. I. Gold Land S.A.S. com 40.032 bovinos (16%) e finalmente Frontera Vacana S.A.S. que embarcou 7.994 bovinos (3%).

Produtos lácteos

As exportações de produtos lácteos alcançaram o volume de 7.296 t, o maior desde 2013, por um valor FOB de US$ 28,1 milhões, também o maior valor desde aquele ano, quando foram registradas receitas de mais de US$ 35 milhões.

Em comparação com os dados de 2020, este volume é 59% maior que os 4.602 t daquele ano, e 70% maior que a receita de US$ 16,5 milhões.

Nenhuma empresa tem uma participação majoritária aqui, pois a primeira a se destacar é a Cooperativa Colanta com 2.552 t, correspondente a 35% do volume total, enquanto a Lactalis Colombia LTDA segue não muito atrás com 1.659 t (22,7%).

O terceiro é Parmalat Colombia LTDA com 940 t (12,9%), seguido por Alpina S. A. com 686 t (9,4%), Bufalabella S. A. S. com 396 t (5,4%), Trading Group International S. A. S. com 268 t (3,7%), JaJa Alimentos S. A. S. com 194 t (2,7%).

Em oitavo lugar está Nestlé de Colombia S. A. com 181 t (2,5%), seguido por Productos La Carreta LTDA com 75 t (1%) e Asesores Aduaneros & Logística Internacional S. A. S. com 56 t (0,8%). Outras empresas enviaram 288 t (3,9%), mas não são detalhadas.

Estes números são também o resultado da recuperação do status de país livre de febre aftosa, o que foi alcançado graças ao trabalho conjunto do governo e da Federação Colombiana de Criadores de Gado (Fedegán), administrada pelo Fundo Nacional de Pecuária (FNG).

Desde que este objetivo foi alcançado em fevereiro de 2020, onze anos depois de tê-lo obtido pela primeira vez e após perdê-lo devido a surtos de febre aftosa em 2017 e 2018, o comércio externo de produtos animais tem crescido de forma constante.

Graças a isto e aos esforços diplomáticos do Governo, Fedegán, Fundo de Estabilização de Preços (FEP) e empresas privadas, a Colômbia conseguiu conquistar numerosos mercados, como a Arábia Saudita para gado vivo e Israel para laticínios, ambos nos últimos meses.

De acordo com o Plano Pecuário Colombiano – Roadmap 2018-2022, a meta proposta no início do quadriênio é obter US$ 500 milhões em exportações até 2022, o que os próprios analistas e criadores de gado acreditam que será alcançado se o ritmo de crescimento for mantido este ano.

“A Colômbia, com sua dinâmica de exportação e seu status de país livre da febre aftosa, continua a se posicionar; mais mercados se abrirão e os atuais certamente pedirão mais”. A isto se acrescenta a operação do sistema de rastreabilidade e identificação animal, que abrirá mercados de maior valor”, explicou Óscar Cubillos, chefe do Escritório de Planejamento e Estudos Econômicos da Fedegán-FNG.

Encontro acontece esta sexta-feira e conta com a presença do secretário de Estado da Agricultura, Rui Martinho.

Você pode estar interessado em

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada.

Para comentar ou responder, você deve 

ou

Notas
Relacionadas

ASSINE NOSSO NEWSLETTER