Projeto foi premiado em eventos sobre o desenvolvimento de tecnologias para produtores rurais.
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Três estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) criaram um mecanismo que analisa a qualidade do leite de forma simples e barata. Os resultados são apresentados instantaneamente através de um aplicativo de celular.

De acordo com Ítalo Alvarenga, do Curso de Engenharia Elétrica, um dos idealizadores do projeto, a ideia surgiu após analisarem pesquisas que apontam que 12% do leite produzido no Brasil é desperdiçado.

“Atualmente, cerca de 12% do leite produzido no Brasil é desperdiçado, justamente porque os produtores não conhecem instantaneamente a qualidade do produto que armazenam ou transportam”, explicou.

Ele revelou ainda como funciona o mecanismo criado por ele em parceria com os estudantes Gabriel Correa, da Engenharia Elétrica, e David Campos, da Engenharia Mecânica.

“Nós criamos uma sonda portátil que mede instantaneamente a qualidade do leite. Acompanhada de um aplicativo, a sonda envia imediatamente os dados coletados para um smartphone. Nós pegamos uma capacidade de análise, até então reservada aos laboratórios, e entregamos na palma da mão do produtor rural”, destacou.

A principal tecnologia utilizada neste sistema de análise – que os estudantes batizaram de “Smart Milk IoT” – também é uma inovação desenvolvida na UFJF: os sensores de fibra ótica conhecidos como Long Period Grating (LGP, as Redes de Longo Período) produzidos no Laboratório de Instrumentação e Telemetria da Universidade (Litel).

O Smart Milk IoT foi premiado em dois eventos voltados para ideias inovadoras nesse campo da indústria: o InovaLácteos (organizado pela Agência de Inovação de Leite e Derivados – Polo do Leite e acompanhando o Minas Láctea, maior evento de laticínios do Brasil) e o Campus Mobile, desenvolvido pelo Instituto NET Claro Embratel, dedicado ao aprimoramento de ideias e soluções para mobile.

Em novembro, o preço do leite registrou nova queda em Minas Gerais.

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