A redução da produção levou a uma escassez de 10 milhões de litros até agora este ano. A associação de produtores de queijo Paipa, Asopaipa, diz que já não estão a cumprir as encomendas. Isto é o que diz Fedegán, a associação de gado.
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Fonte: SEMANA. GUILLERMO TORRES.

Em plena época natalícia, quando os colombianos preparam produtos gastronómicos típicos da época (bolos, sobremesas, tábuas de queijo, entre outros), os produtores de queijo do departamento de Boyacá alertam para uma escassez de leite que pode afectar a produção de queijo, principalmente nos municípios de Paipa e Sotaquirá.

A situação, que se estende a todo o território nacional, foi descrita pela Associação de Produtores de Queijos Paipa (Asopaipa). De acordo com a associação, “nos últimos quatro meses vimos como estes sonhos foram atingidos pela falta de leite que existe hoje na nossa nação”.

A Asopaipa assinala que, segundo os seus cálculos, só em Boyacá, que é precisamente um dos principais produtores do país, “a produção e o armazenamento caíram drasticamente, ao ponto de a escassez deste alimento ser superior a 10 milhões de litros até agora este ano”.

O sindicato diz estar consciente de que se trata de uma situação nacional, mas no caso deste departamento “a situação levou-nos a falhar nas encomendas, a colocar as nossas pequenas empresas em risco financeiro e, por esta razão, queremos apelar à sociedade, ao governo e à opinião pública em geral sobre esta difícil situação que consideramos não ser temporária e que pode durar os próximos meses, complicando ainda mais a sobrevivência das nossas empresas e os empregos que geramos na região”.

Isto é o que diz Fedegán

Para o sindicato dos criadores de gado, Fedegán, a questão não é uma questão de escassez de leite. De acordo com Ricardo Arenas Ovalle, funcionário do Fundo Nacional de Pecuária e médico veterinário consultor, bem como criador de gado, os números dizem tudo.

“Em 2020, a produção foi de 7,393 milhões de litros de leite. Em comparação com este ano, apenas até Setembro já tinha crescido 8,3%, pelo que não foi reduzido, melhorou”.

Da perspectiva de Arenas, o que tem caído é a recolha formal, pois no ano anterior foi de 3,347 milhões de litros e este ano deixou de recolher 6,96%. “A produção está a aumentar, mas a compra formal de leite está a diminuir”, disse o perito.

A greve nacional desempenhou um papel

Segundo o Arenas Ovalle, a ruptura entre a oferta e a procura de leite tem muito a ver com a greve nacional que teve lugar na Colômbia no primeiro semestre do ano. No meio dos bloqueios e das estradas fechadas para a passagem dos inputs, novos actores apareceram em cena e o mercado informal cresceu. “Nas zonas próximas dos centros de consumo, os comerciantes informais pagam bem e aumentam o preço do leite.

O preço da produção também desempenha um papel

Outro elemento contra os produtores rurais e, neste caso, aqueles que vivem dos frutos do gado, é que o custo de produção aumentou devido à valorização do dólar em relação ao peso colombiano. Em casos como o de Boyacá, em que os produtores de queijo são afectados e endividados, existe um esquema de produção baseado em concentrados e fertilizantes, que fazem parte do que se tornou mais caro, uma vez que são na sua maioria importados.

Tradução: DeepL

Os empresários mexicanos que se dedicam ao negócio do queijo e laticínios têm enfrentado uma situação difícil nos últimos meses.

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