A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) divulgou nota alertando sobre a gravidade da situação dos produtores de leite em consequência da queda do preço do produto pago pelos laticínios.
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Fonte: Portal LhFranqui

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) divulgou nota alertando sobre a gravidade da situação dos produtores de leite em consequência da queda do preço do produto pago pelos laticínios. A entidade diz que é inadmissível que novas desvalorizações ocorram nos próximos meses e antecipa que tomará medidas para evitá-las.

“A Fetag-RS e os sindicatos dos trabalhadores rurais gaúchos não admitirão novas quedas no preço pago ao produtor pelo litro do leite e tomarão as medidas necessárias para defender quem de fato produz”, diz a entidade, em nota divulgada nesta terça-feira.

O cenário da cadeia leiteira foi debatido durante reunião, na sede da Fetag-RS, nessa segunda-feira, com a participação das entidades que compõem o Conseleite, atualmente sob a presidência do Sindilat.

No encontro, as entidades representativas dos produtores (Fetag-RS e Farsul) pediram mudanças urgentes na política de preços dos laticínios. Enfatizaram ainda que o atual modelo de precificação do produto tem causado grandes prejuízos aos pecuaristas de leite.

“Na última reunião [do Conseleite], o preço referência do litro do leite que é pago ao produtor apresentou queda de 4%. No entanto, os custos de produção seguem subindo em níveis sem precedentes”, assinala a Fetag-RS.

“A representação da indústria também precisa se posicionar em favor do produtor, pois ela é responsável por quem produz. O modelo atual é excludente e precisa ser modificado para outro que defina o preço a partir do custo do produtor e não pelo preço pago pelo consumidor, ou correremos o risco de quebrar os produtores e a cadeia leiteira como um todo”, diz o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva.

O cenário da cadeia leiteira foi debatido durante reunião, na sede da Fetag-RS, nessa segunda-feira (8), com a participação das entidades que compõem o Conseleite, atualmente sob a presidência do Sindilat.

No encontro, as entidades representativas dos produtores (Fetag-RS e Farsul) pediram mudanças urgentes na política de preços dos laticínios. Enfatizaram ainda que o atual modelo de precificação do produto tem causado grandes prejuízos aos pecuaristas de leite.

“Na última reunião [do Conseleite], o preço referência do litro do leite que é pago ao produtor apresentou queda de 4%. No entanto, os custos de produção seguem subindo em níveis sem precedentes”, assinala a Fetag-RS.

“A representação da indústria também precisa se posicionar em favor do produtor, pois ela é responsável por quem produz. O modelo atual é excludente e precisa ser modificado para outro que defina o preço a partir do custo do produtor e não pelo preço pago pelo consumidor, ou correremos o risco de quebrar os produtores e a cadeia leiteira como um todo”, diz o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva.

Segundo a Fetag-RS, nos últimos anos, muitos produtores deixaram a atividade. “A Fetag-RS cobra fortemente para que o Sindilat faça uma campanha de defesa do produtor através de suas mídias sociais, remunere adequadamente o produtor e, juntamente com as demais entidades, procure um novo sistema para que a cadeia produtiva se sustente, o que não está acontecendo agora.”

O preço médio da cesta de derivados lácteos variou negativamente no mês de novembro/2021. Na média ponderada, a retração foi de 7,21%, em relação dos preços observados pela indústria de laticínios no mês anterior. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (29/11) no Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano.

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