No fortalecimento da cadeia produtiva do leite, o projeto de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF) trabalhará com o melhoramento genético do rebanho, através da inseminação de 1.110 matrizes leiteiras, beneficiando 250 pequenos criadores em 22 municípios sergipanos.
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Investimentos em inseminação, palma forrageira, análise de solo e recuperação de viveiros

Um termo de cooperação técnica entre a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e as Secretarias de Estado da Inclusão e Assistência Social (Seias) e da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), assinado na última semana, vai garantir a execução de quatro projetos para o fortalecimento de duas importantes cadeias produtivas e econômicas para o estado: do leite e da citricultura. Com um investimento de 1 milhão e duzentos mil reais, o Governo de Sergipe retomará os projetos de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF); Incentivo ao Cultivo de Palma Forrageira; Análise de Solo; e Recuperação de Viveiros Telados, visando a produção de borbulhas de citros. Serão beneficiados 33 municípios de Sergipe.

Os projetos terão início ainda neste mês de abril e se estenderão até dezembro deste ano. De acordo com o convênio, a execução dos projetos será feita pela Emdagro, com recursos do Funcep (Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza), gerido pela Seias. “Com esses projetos, o Governo de Sergipe cumpre um papel de indutor de desenvolvimento de duas cadeias produtivas economicamente importantes para o estado, que são a citricultura e a cadeia do leite. Cada projeto terá como especificidade a alta qualidade na base da produção, tanto do leite – com o melhoramento genético de bovinos através do IATF e o cultivo de palma forrageira para alimentação animal – quanto da citricultura, através da análise solo e produção de borbulhas”, destacou o presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza.

Para Cadeia do Leite

No fortalecimento da cadeia produtiva do leite, o projeto de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF) trabalhará com o melhoramento genético do rebanho, através da inseminação de 1.110 matrizes leiteiras, beneficiando 250 pequenos criadores em 22 municípios sergipanos. Serão R$ 200 mil em recursos empregados neste projeto, em quatro etapas: diagnóstico de gestação, vacinação específica, aplicação de kit vitamínico e a inseminação propriamente dita. “A ideia é constituir 150 núcleos de inseminação, onde haverá um agrupamento de vacas leiteiras nas proximidades, de propriedades em condições de manejo dos animais”, explicou o coordenador de Desenvolvimento Rural da Emdagro, Ary Osvaldo Bomfim.

O incentivo ao cultivo da palma forrageira é outro projeto de grande importância para o melhoramento genético do rebanho. Segundo o coordenador, serão investidos R$ 723 mil para a aquisição de 1.900 milheiros de raquetes de palma semente, beneficiando 940 criadores em 14 municípios do semiárido sergipano. “Este é um incentivo à produção de forrageira para suprir a reserva estratégica de alimentos para o rebanho bovino. Isso contribui para a sustentabilidade da pecuária de leite, através da palma forrageira da variedade orelha de elefante mexicano, que é mais produtiva, mais resistente à seca e à cochonilha do carmim, além do fornecimento de fertilizantes químicos”, disse Ary Osvaldo.

Para Citricultura

A cadeia do citros também será contemplada pela parceria Emdagro, Seias e Seagri. Ao todo, serão investidos R$ 276 mil na execução dos Programas de Avaliação de Fertilidade do Solo (R$ 126 mil) e de Recuperação de Viveiros Telados (R$ 150 mil). No Programa de Avaliação do Solo, o objetivo é identificar a capacidade que o solo tem de prover os nutrientes para plantas, garantindo a melhoria da produtividade das culturas. O programa acontecerá em 2 mil propriedades, localizadas em 28 municípios sergipanos, sendo 14 na região citrícola e 14 no semiárido, com a realização de aproximadamente 4 mil amostras de solo.

Já o Programa de Recuperação de Viveiros Telados tem o foco na produção da borbulha de citros – tecnologia que utiliza pequenos brotos retirados de galhos de frutas cítricas isentas de doenças para produzir mudas de alta qualidade. O Governo do Estado vai disponibilizar 500 mil borbulhas para viveiristas, para a produção de mudas e posterior distribuição aos citricultores dos 14 municípios que compõem a região citrícola. “Essas borbulhas serão produzidas em dois viveiros telados instalados no Centro de Treinamento da Emdagro, em Boquim. São provenientes de materiais selecionados e produzidos em ambiente protegido, com o melhor vigor genético e isentos de pragas e doenças, proporcionando maior produtividade”, completou o coordenador de Desenvolvimento Rural da Emdagro, Ary Osvaldo Bomfim.

No total, 57 prêmios vieram para o Brasil; produção do queijo mineiro já é reconhecido como patrimônio cultural imaterial.

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