O surgimento e a propagação de bactérias e parasitas resistentes a medicamentos veterinários são alguns dos problemas que afetam diretamente o custo da produção de leite. E uma das medidas interessantes para combater o problema é a utilização de homeopatia e tratamentos fitoterápicos.
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Esse tipo de produto evita que o produtor use em quantidade inadequada antibióticos e antiparasitários. A prática, indiscriminada, aumenta as chances desse tipo de praga nos animais, destaca a Embrapa Pecuária Sudeste.

Em São Carlos, no Sistema de Produção de Leite da Embrapa, está sendo usada a homeopatia para prevenção de algumas doenças comuns no rebanho leiteiro.

A pesquisadora Teresa Alves diz que os produtos homeopáticos são misturados à ração para diminuir problemas como diarreia em bezerros, carrapatos nos animais e sistema imunológico debilitado.

As primeiras semanas de vida do animal são as mais críticas, devido à imunidade baixa, e evitar a diarreia do bovinos é essencial. Prevenir de parasitas nesta fase resulta em um bom desenvolvimento produtivo e reprodutivo do bezerro.

Segundo pesquisa da Embrapa Pecuária Sudeste, de 2015, 25% dos animais tratados com homeopatia não tiveram nenhuma ocorrência de diarreia no período do experimento. O estudo foi realizado com bezerros de leite recém-nascidos até completarem 60 dias de vida.

Os tratamentos alternativos também são utilizados para prevenir a retenção de placenta. Neste caso, explica a Embrapa, os técnicos utilizam um spray, com o produto fitoterápico, para aplicação diretamente na vulva da vaca logo após o parto.

De acordo com a Embrapa, a homeopatia para bovinos que passaram por alguma intervenção terapêutica também é recomendada, como um complexo vitamínico melhorando a imunidade.

Além da prevenção de doenças, o custo de tratamentos homeopáticos é relativamente baixo. A ideia, segundo Teresa, é que a homeopatia melhore a saúde animal e reduza o uso de antibióticos, diminuindo os riscos da resistência e contaminação ambiental.

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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