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Brasil |12 enero, 2016

Indústria | IGL ingressa no GT Leite do MDA

O Instituto Gaúcho do Leite (IGL) ingressou nesta segunda-feira (11) no Grupo de Trabalho para Apoio ao Desenvolvimento e Fortalecimento da Cadeia Produtiva do Leite na Agricultura Familiar (GT Leite), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

 

O Instituto Gaúcho do Leite (IGL) ingressou nesta segunda-feira (11) no Grupo de Trabalho para Apoio ao Desenvolvimento e Fortalecimento da Cadeia Produtiva do Leite na Agricultura Familiar (GT Leite), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O presidente do IGL, Gilberto Antônio Piccinini, é o titular no GT, enquanto que, o diretor executivo, Ardêmio Heineck, é o suplente. Na avaliação de Piccinini, a entrada do IGL no GT fortalece a cadeia produtiva do leite e a agricultura familiar gaúcha nos seus três principais eixos: sanidade, qualidade e gestão. De acordo com Heineck, essa representatividade é estratégica para a cadeia produtiva do leite do RS pois, com isso, pode interferir nas políticas setoriais. Mais duas entidades gaúchas fazem parte do GT na atualidade, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-RS), ambas sócias do IGL. A primeira grande ação do GT no ano passado foi a aquisição de leite em pó do Estado. A reunião formal, no entanto, aconteceu no segundo semestre de 2015.

Segundo o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria Nacional de Agricultura Familiar do MDA, Marcelo Piccin, três temas estão na pauta do GT em 2016: as políticas de garantia de preço ao produtor, a agroindustrialização e a produção agroecológica e sustentável. «As demandas vieram de pontos de estrangulamento detectados pelos participantes do GT, que estão limitando o desenvolvimento da agricultura familiar.» Dessas pautas, a mais palpitante é a relacionada à criação do preço mínimo do leite. Segundo Piccin, o tema deverá ser aprofundado no primeiro semestre e, para sair do papel, dependerá da conclusão dos estudos técnicos de viabilidade de implantação do preço mínimo em nível nacional e das disponibilidades orçamentárias e financeiras do governo federal.

Segundo o presidente da Fetag e vice-presidente do IGL, Carlos Joel Silveira, o preço mínimo do leite servirá como um balizador ao mercado. Silveira é partidário que esse preço de referência suplante o do Conseleite, que acaba pressionando os preços ao produtor para baixo. «Devemos transformar os três preços de referência (acima do padrão, padrão e abaixo do padrão) em apenas um, pois vai pressionar a política de preço para cima e não para baixo, como faz hoje o Conseleite», opina Silveira. A primeira reunião do GT Leite em 2016 deverá ocorrer em março, segundo Piccin.

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