O aumento das existências e o aumento da produção interna exercerão pressão sobre as importações chinesas de leite em pó integral da China em 2022, o principal produto exportado pelo Uruguai para esse destino.
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O escritório do USDA em Pequim estimou que as compras estrangeiras da mercadoria cairão 6% no próximo ano para 850.000 toneladas, numa base anual. “Contudo, o consumo permanece forte”, detalha o relatório anual da China GAIN Dairy and Products Annual, publicado em Outubro. Espera-se que a Nova Zelândia continue a ser o principal fornecedor. O Uruguai, até agora em 2021, é o terceiro.

Pelo contrário, espera-se que as importações de leite em pó desnatado, queijo e manteiga cresçam para responder ao aumento da procura do sector processado. No caso do leite em pó integral 8%.

Assim, espera-se que o total das importações de lacticínios cresça 7% para 1,5 milhões de toneladas, principalmente associado a uma maior procura de leite UHT.

O consumo de leite está a aumentar em diferentes grupos etários na China. As gerações mais jovens nascidas nos anos 90 e 2000, em comparação com os seus pais, são já mais propensas a consumir produtos lácteos como parte da sua dieta normal.

Em 2021, as importações chinesas de gado bovino vivo (principalmente para a produção leiteira) e sémen bovino congelado excederam as de 2020, um forte indicador da continuação do investimento na futura produção leiteira da China.

Em comemoração ao aniversário do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae publicou o livro “50 Anos de Pequenos Negócios e Grandes Histórias”.

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