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Brasil |16 enero, 2019

Leite | Lácteos: Sindilat-RS vai pedir a ministra cotas de importação do Mercosul

Reunião é passo para recuperar competitividade do setor leiteiro do Brasil, afirma presidente do sindicato dos laticínios do estado

Reunião é passo para recuperar competitividade do setor leiteiro do Brasil, afirma presidente do sindicato dos laticínios do estado

O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, vai se reunir nesta quarta-feira, dia 16, às 14h, com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em Brasília (DF). A informação foi passada em nota, pelo próprio sindicato. Conforme o Sindilat, um dos pontos importantes a serem abordados no encontro é a compra governamental de leite em pó, a fim de aliviar a pressão do mercado interno, e a criação de um programa de incentivo à exportação de lácteos.

Guerra comenta que a reunião é um dos passos para recuperar a competitividade do setor leiteiro no Brasil, que sofre desvantagem se comparado aos países do Mercosul. “O panorama pode ser revertido com a criação de cotas de importações mensais da Argentina e do Uruguai que deem previsibilidade do volume que chegará ao Brasil”, disse Guerra na nota. “Em outubro e novembro do ano passado foi importado o dobro de produtos em comparação a 2017. Isso gera desequilíbrio comercial e enfraquece o mercado como um todo.”

Recentemente, em 10 de janeiro, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) também pediu ao governo federal a fixação de uma cota para importação de leite dos países do Mercosul. Sobre o que excederia o volume seria aplicada uma taxa de importação. A medida, argumentou na ocasião o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, é para “combater a crise no setor leiteiro”. Segundo ele, as compras sem limite do produto do bloco colocaram produtores brasileiros em desvantagem. “O ideal seria a definição de cotas para os países que são membros e evitaria a concorrência predatória dentro do bloco”, disse ele em nota.

Ainda conforme a Faesc, as diferenças no custo de produção – incluindo encargos trabalhistas, questões tributárias e clima – geram para os vizinhos uma vantagem competitiva em relação aos pecuaristas do Brasil.

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