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Foto: Tarla Wolski / Especial

Estão reunidos em Lages, na Serra catarinense, mais de 500 pessoas entre produtores e especialistas do Brasil e do mundo para discutir os processos de produção e melhoramento da qualidade do leite no país. Essa é a 8ª edição do Congresso Brasileiro de Qualidade do Leite, que ocorre a cada dois anos.

Em Lages, o evento está sendo realizado no Centro Serra e é promovido pelo Conselho Brasileiro de Qualidade do Leite (CBQL), com patrocinadores ouro, prata e bronze. Estiveram submetidos mais de 300 trabalhos e resumos na área de qualidade do leite, com os resultados mais recentes de pesquisas no setor.

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Até sexta-feira (13) serão 16 palestras e entre os assuntos abordados estão a saúde da glândula mamária, qualidade do leite em condições de estresse térmico, na produção orgânica e em condições de confinamento, relação da qualidade do leite com o rendimento industrial e com a produção de produtos lácteos artesanais, controle de resíduos tóxicos no leite, além de uma visão sobre como as novas tecnologias podem ajudar o setor. As novas normativas brasileiras para a produção do alimento também estarão em discussão.

Santa Catarina é o quarto maior produtor de leite do Brasil, fica atrás do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Em 10 anos o rebanho do gado leiteiro mais que dobrou no Estado e, consequentemente, a produção também teve aumento. Por ano, são produzidos quase 3 milhões de litros de leite, a maior parte no Oeste, 80% do leite catarinense sai daquela região.

Como em quase todos os aspectos da vida, o que é bom é bom porque está em equilíbrio: a dieta mais completa, mais ecológica e mais barata possível dentro dessa completude será composta de animal, com o leite desempenhando um papel de liderança, e vegetal.

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