Cerca de 150 pessoas, entre estudantes e criadores, participaram, nesse sábado (30), de um dia de campo sobre a produção de leite de búfalas. O evento, promovido pela Associação Sulina dos Criadores de Búfalos (Ascribu), ocorreu na Cabanha da Herdade, em Gravataí (RS), que tem criação da raça Murrah.
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Foto: Nestor Tipa Junior/Divulgação

Além conhecerem os sistemas de ordenha e de alimentação dos animais, os participantes do dia de campo assistiram a palestras de convidados, que abordaram temas relacionados à bubalinocultura.

Criador desde 2004, o dono da fazenda, Guilherme Aydos, disse que a seleção de búfalas da raça Murrah é a mais adequada para pequenas propriedades leiteiras. Ele mostrou as instalações de ordenha, o manejo, as novilhas, o Sistema Voisin e as ações de preservação ambiental.

Segundo a presidente da Ascribu, Desireé Möller, esse tipo de atividade busca levar conhecimento aos estudantes, criadores e interessados:

“Hoje tivemos um ciclo com vários temas de palestras. O búfalo é um animal que se adapta a qualquer tipo de situação, desde condições climáticas a questões de estratégia. Em uma pequena propriedade leiteira, temos a oportunidade com os queijos artesanais e queremos expandir isso para os pequenos produtores. O importante foi apresentar essas situações aos produtores.”

A programação contou com temas como “A Qualidade do Leite Bubalino e o Desenvolvimento de Produto”, com a zootecnista e mestranda do Grupo de Estudos Bubalinos (Gebu), da Ufrgs, Vitória Di Domênico; “Produção de Bubalinos: Você Sabe Oferecer Conforto Térmico”, com a também zootecnista e mestranda do Gebu da Ufrgs Cindy Ximenes; e “Geração de Renda com Leite de Búfalas”, com a médica veterinária Angela Schirmer.

De acordo com pesquisas do Lactbu da Ufrgs, com dados do leite de búfala produzido no Rio Grande do Sul, avaliando sua propriedade físico-química de g/100g, o percentual de gordura do produto tem média de 5,5, de proteína de 4,06, de lactose de 5,07.

Além disso, o leite se destaca pelo seu sabor adocicado, maior rendimento, elevado teor de cálcio e fósforo, baixo teor de colesterol, sódio e potássio e de ser fonte de vitaminas A, B2 e D.

O mercado de importação de leite em pó no Mercosul é impulsionado pelo Brasil como o maior importador.

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