As exportações brasileiras de produtos lácteos voltaram a subir no mercado internacional em março, após o recuo no mês anterior. O cenário foi estimulado pelo novo patamar recorde do dólar – média de R$ 4,90
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As exportações brasileiras de produtos lácteos voltaram a subir no mercado internacional em março, após o recuo no mês anterior. O cenário foi estimulado pelo novo patamar recorde do dólar – média de R$ 4,90 – 12,7% acima da média registrada em fevereiro. Assim, foram enviadas 2,8 mil toneladas, alta de 46% de fevereiro para março, segundo dados da Secex.

A quantidade comercializada de leite condensado mais que dobrou no período, totalizando 1,3 mil toneladas. Os principais destinos foram Angola, Venezuela e Tunísia, que, juntos, adquiriram 68% do total embarcado. Outros produtos também influenciados pelo dólar foram os queijos, com venda de 338 toneladas, avanço de 48%. A Rússia, a Argentina e o Chile adquiriram 60% do volume total.

Porém, na comparação com março de 2019, as exportações de produtos lácteos recuaram 5%, devido às menores vendas de leite condensado (-14%) e creme de leite (-32%). Entretanto, de janeiro a março, o volume embarcado esteve 8,6% superior ao do mesmo período do ano anterior.

As importações de lácteos, por sua vez, totalizaram 9,5 mil toneladas em março, 4,7% acima do observado no mês anterior. A comercialização do leite em pó sustentou a alta, com aquisição de 5,6 mil toneladas, avanço de 6% no mesmo comparativo, e participação de 60% no total.

Em relação a março de 2019, os volumes importados diminuíram 13%, devido principalmente aos recuos de 8% e 30% nas compras de leite em pó e queijos, respectivamente. De janeiro a março de 2020, as importações de leite em pó somaram 16,6 mil toneladas, 37% menor que no mesmo período do ano anterior.

BALANÇA COMERCIAL – Em termos de receita, a balança comercial recuou 6,6% frente ao registrado em fevereiro, apresentando déficit de US$ 23,8 milhões em março. Em volume, o déficit foi de 6,7 mil toneladas, baixa de 6,4% na mesma comparação.

Inventados para aliviar o trabalho nas salas de cura, eles ajudam na metamorfose dos queijos suíços.”

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