De acordo com a Abraleite, a Presidência enxergou a importância da renovação das tarifas contra a comunidade europeia e Nova Zelândia
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O ministro da Economia, Paulo Guedes , durante a cerimônia de transmissão do cargo do novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes.

De acordo com a Abraleite, a Presidência enxergou a importância da renovação das tarifas contra a comunidade europeia e Nova Zelândia

Abordado por jornalistas nesta segunda-feira, dia 11, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não quis falar sobre a possibilidade de o governo rever o fim de direito antidumping sobre o leite em pó.

Mais cedo, a Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite) disse, em nota, que com apoio da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e membros da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), “a Presidência enxergou a importância da renovação das tarifas contra a comunidade europeia e Nova Zelândia”.

“Precisamos manter a tarifa antidumping ou algum substituto, como o aumento do imposto de importação na mesma proporção, até que tenhamos a nossa cadeia produtiva do leite desonerada de forma que tenhamos preços competitivos”, defenda a entidade, na nota.

Alguns veículos da imprensa também noticiaram durante o dia que, após forte reação da banca ruralista, o presidente teria orientado o Ministério da Economia a rever a decisão anunciada na semana passada. No Twitter, Jair Bolsonaro negou essas informações.

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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