Uma pesquisa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura apontou os dez alimentos mais consumidos ao redor do mundo, trazendo apenas algumas diferenças de preparo destes ingredientes que são típicos das regiões.
Share on twitter
Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Uma pesquisa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura apontou os dez alimentos mais consumidos ao redor do mundo, trazendo apenas algumas diferenças de preparo destes ingredientes que são típicos das regiões.

Em primeiro lugar, o destaque vai para o leite e seus derivados, como os queijos, consumidos em cerca de 580 milhões de toneladas por ano no mundo. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o leite possui importância econômica de renda e sobrevivência para grande parte da população mundial, além de ser uma fonte vital de nutrientes. Em média, 116 kg de leite são consumidos por ano por cada habitante, número que vem crescendo uma taxa de 1,2% ao ano, segundo a pesquisa divulgada em 2019.

segundo lugar é ocupado pelo trigo, o qual dá origem à farinha mais consumida no Brasil e que é o ingrediente principal das massas. No país, cada pessoa consome, em média, 40 kg de trigo ao ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo). A nutricionista explica que este alimento é fonte imediata de energia, não sendo bem tolerados por pessoas com doenças autoimunes, como a artrose e hipotireoidismo, que pioram o quadro inflamatório.

arroz é o alimento que ocupa o terceiro lugar da pesquisa. Originário no Japão, este alimento possui um consumo médio anual mundial de 54 kg por pessoa, segundo pesquisa do Banco do Nordeste do último ano. “O arroz é uma ótima fonte de energia, rico em metionina, um aminoácido essencial para o organismo, pois não possuímos a capacidade de produzi-lo por si só”, explica Amanda. Segundo a especialista, o malefício do arroz é o consumo exagerado, auxiliando no ganho de gordura.

Veja o ranking completo de alimentos mais consumidos:

  1. Leite: Em média, 116 kg de leite são consumidos por ano por cada habitante no mundo
  2. Trigo: No Brasil, cada pessoa consome, em média, 40 kg de trigo ao ano.
  3. Arroz: Originário no Japão, este alimento possui um consumo médio anual mundial de 54 kg por pessoa.
  4. Batata: Fonte de energia e vitamina C e complexo B, é importante para o bom funcionamento do sistema nervoso. Seu consumo deve ser equilibrado, pois ainda assim é fonte de carboidrato simples.
  5. Cerveja: Segundo Amanda, talvez o principal benefício deste alimento seja nos fazer felizes, pois é um ingrediente calórico, que causa alta desidratação no organismo e piora a qualidade do sono.
  6. Açúcar: O açúcar é um alimento que não traz benefícios ao organismo, sendo um ingrediente dispensável para a saúde e sobrevivência de uma pessoa. Amanda explica que, caso queira consumi-lo, o ideal seja antes ou depois do treino, pois repõe energia. O açúcar aumenta a glicose no sangue, piorando o funcionamento do pâncreas.
  7. Tomate: Fonte de vitamina C o tomate é rico em licopeno, nutriente importante contra inflamações do fígado, envelhecimento da pele e contra o câncer.
  8. Milho: Rico em fibra, o milho auxilia no controle de açúcar no sangue, além de ajudar no trânsito intestinal. Amanda atenta para que seu consumo orgânico seja preferido, pois existem diversas opções transgênicas, ou seja, geneticamente modificadas.
  9. Carne de porco: Rico em proteínas e vitaminas do complexo B, ferro, selênio, zinco e potássio. Seu consumo deve ser cuidadoso, pois, dependendo do corte, pode conter níveis de gorduras saturadas elevados, prejudicando a saúde do coração e aumento do colesterol.
  10. Mandioca: Carboidrato rico em fibras, vitaminas e minerais, principalmente complexo B, cálcio e ferro. Auxilia nos níveis de serotonina no cérebro, responsável pela sensação de bem-estar, e ajuda no funcionamento intestinal. “Esta é uma ótima opção para celíacos, pessoas que possuem alta sensibilidade ao glúten. Porém, quem sofre de problemas renais precisa tomar cuidado por conta da alta concentração do fósforo”, explica a nutricionista.

Fonterra diz que o acordo de livre comércio permite pequenas bolsas de acesso. Os fabricantes de queijo não estão satisfeitos que o uso do nome Feta seja perdido.

Você pode estar interessado em

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada.

Para comentar ou responder, você deve 

ou

Notas
Relacionadas

ASSINE NOSSO NEWSLETTER