Segundo produtores da região do Vale do Araguaia, que produzem por 75 mil litros por dia, o valor pago pelo litro do leite caiu 20%
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Fonte: International Atomic Energy Agency

Em Mato Grosso, produtores de leite do Vale do Araguaia estão insatisfeitos com o valor recebido pelo litro do produto que foi entregue no mês passado a laticínios da região. Segundo o setor, o novo preço inviabiliza a atividade.

Segundo produtores da região, o valor pago pelo litro do leite caiu 20%, em comparação com o preço que vinha sendo praticado. A redução nos valores atinge pecuaristas de municípios como Novo São Joaquim, Campinápolis e Nova Xavantina, que juntos produzem mais de 75 mil litros por dia.

Diante da insatisfação, os produtores decidiram se mobilizar. Eles querem explicações sobre os motivos do corte do valor pago pelos laticínios e não descartam suspender o fornecimento de leite, caso o preço não seja revisto.

“Estamos convidando todos os produtores de leite da região para participar do nosso movimento, para conscientizar a todos da importância da bacia leiteira e manter o preço que tínhamos antes. Vamos apresentar nossas reivindicações e, caso não haja mudanças no laticínios, do dia 1º (de fevereiro) em diante vamos suspender a entrega para os laticínios por tempo indeterminado até que a situação dos preços se normalize”, afirma o presidente do sindicato rural de Novo São Joaquim, Carlos Pires da Silva.

Em nota a cooperativa dos produtores de leite de Campinápolis disse que sempre trabalhou na forma de repasse, pois não visa lucro. Ela afirma ainda estar ciente que o valor de R$ 1,60 não cobre os custos do produtor, mas isto não se atribui aos laticínios, pois os preços do queijo e muçarela também sofreram baixas.

A China é o maior mercado de comércio eletrônico do mundo, com um valor estimado de vendas de produtos agroalimentares através do comércio eletrônico de pouco menos de 82 bilhões de euros em 2020.

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