Mato Grosso é campeão na aquisição de doses de sêmen bovino e o terceiro em comercialização de embriões. Empresa chega com novas unidades para contribuir com vantagens permanentes em fazendas de pequeno e grande porte.
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Produtores de leite e carne e especialistas do setor de melhoramento genético bovino comemoram um marco histórico para a pecuária de Mato Grosso – o lançamento de dois novos laboratórios de produção de embriões adquiridos pela ABS, empresa líder no segmento.

A novidade foi celebrada oficialmente na noite da última terça-feira (28), em Cuiabá (MT), em um encontro que reuniu cerca de 50 pessoas, incluindo representantes da ABS, pecuaristas da região, parceiros e veículos da imprensa.

As duas novas unidades, localizadas na capital mato-grossense (Cuiabá) e Sinop, responderão pela produção de 55 mil embriões 100% ABS no primeiro ano de funcionamento, com previsão de crescimento de 10% ao ano.

Durante o evento de lançamento, o diretor geral da ABS Brasil, Márcio Nery, comemorou a conquista para a empresa e para os produtores rurais da região. “Os dois novos laboratórios são uma sinalização clara do futuro que vemos para a região de Mato Grosso. O estado já é o número 1 em vendas de doses de sêmen, segundo a Associação Brasileira de Inseminação Artificial, e acreditamos que esteja entre os três principais estados no mercado de embriões”, ressaltou, acrescentando: “Com estes laboratórios, teremos mais facilidade em termos de  logística. Além disso, estamos cumprindo o compromisso social da ABS – democratizar a técnica da FIV“.

Segundo Emerson Siqueira, gerente de Produção de Laboratório Embriões, atualmente a ABS conta hoje mais de 300 colaboradores, incluindo os laboratoristas que trabalham diretamente com Embriões. “O trabalho é muito minucioso; o embrião que é aspirado em um dia precisa estar pronto em uma semana”, detalha.

O gerente de Mercado Embriões da ABS, Raphael Guimarães, ressalta que a logística não será a única vantagem para o cliente que busca o melhoramento genético acelerado. “A proximidade maior dos produtores resultará em uma redução de custos para o cliente. Além disso, os laboratórios também contribuirão para o crescimento da ABS Embriões. No ano passado, registramos um aumento de 50% em volume de produção, somando os três laboratórios da empresa em Mogi Mirim (SP), Uberaba (MG) e Xinguara (PA). Com as novas unidades, teremos um aumento de otros 20%, já no primeiro ano”, comenta.

Áureo Cândido Costa Júnior é sócio dos laboratórios e um dos responsáveis por trazer a multinacional para Cuiabá e Sinop. Para ele, são os pecuaristas do estado e da região que têm mais a ganhar com a novidade. “Os nossos clientes e os produtores, não só do Mato Grosso, mas também de estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre, Rondônia e Pará, estão em muito boas mãos. A ABS tem uma das melhores, se não a melhor tecnologia do mundo para produção de embriões“, avalia.

O evento que oficializou a compra dos laboratórios pela ABS contou com a presença de diversos pecuaristas e profissionais da área. Entre eles, Getúlio Vilela, que comemorou os investimentos da empresa no Centro-Oeste. “Mato Grosso ganha uma empresa multinacional e nós somos parceiros. Vai abrir o mercado para quem não usava ainda os embriões. A evolução vai ser ainda maior que esperamos. Somos um polo de desenvolvimento. Acredito no Estado e acredito na ABS”, destacou .

Vale destacar que o grande diferencial da técnica de fertilização in vitro (FIV) é a aceleração do melhoramento genético, conforme explica o gerente de Negócios da Região Oeste da ABS, Diego Alves.”O produtor adquire uma genética pronta, que reúne o melhor que a fêmea e o macho podem oferecer. Na prática, isso significa que o cliente obtém o resultado de 40 a 60 anos de seleção em uma só geração”, explica.

A tecnologia por trás dos embriões ABS é o motor por trás da linha NEO – embriões desenvolvidos a partir da inovadora IVB Technologies, cujo resultado oferece ao produtor a possibilidade de avançar até quatro gerações em uma só.

Impactado pelas anomalias do mercado causadas pela pandemia e pelas consequentes mudanças na política federal, o ano passado foi um ano misto para as receitas das cooperativas leiteiras e dos seus membros em comparação com um ano anterior.

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