Um relatório elaborado pelo Observatório da Cadeia Leiteira Argentina (Ocla), com base em dados de diferentes entidades internacionais
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Um relatório elaborado pelo Observatório da Cadeia Leiteira Argentina (Ocla), com base em dados de diferentes entidades internacionais, mostra que os produtores de leite argentinos são os que recebem menos pelo leite cru, levando-se em consideração os principais países produtores mundiais.

Segundo dados divulgados pela Ocla, o produtor de leite argentino recebeu, em média, 25,8 centavos de dólar em agosto. Além de ser um valor abaixo do ponto de equilíbrio que gira em torno de 30 centavos, é de longe o valor mais baixo: o Uruguai segue com 28,4 centavos.

Se for feita uma média entre os outros seis territórios pesquisados (Uruguai, Chile, Brasil, União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos e Nova Zelândia), obtém-se um valor de 36,9 centavos. Em outras palavras, os produtores de leite argentinos recebem 30% a menos do que os produtores em todo o mundo.

Além disso, o preço atual na Argentina está 13,1% abaixo do ano passado. É o país com a maior variação negativa interanual, atrás do Uruguai (-6,8%) e dos Estados Unidos (-0,5%). Por outro lado, o Brasil mostra o maior aumento: 17,9%.

O problema é que a queda dos preços em moeda “forte” na Argentina ocorre justamente no momento em que o milho e a soja, principais insumos para a alimentação das vacas, apresentaram forte crescimento nos últimos dois meses.

Aumento acumulado nos últimos 12 meses atingiu 39,72%, aponta a Embrapa

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