De janeiro para fevereiro, a “Média Brasil” líquida subiu 10%
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Foto: Pixabay.

A seca no Sudeste e no Centro-Oeste junto ao excesso de chuvas no Sul prejudicaram a atividade leiteira nos últimos meses. Além disso, no encerramento de 2018 as assimetrias de informações e ações especulativas também diminuíram a confiança de produtores em seguir aumentando a produção. O 1º trimestre de 2019 tem sido caracterizado pela menor oferta de leite no campo, pelo aumento da competição entre empresas para assegurar a compra de matéria-prima e por consequentes altas no preço ao produtor.

A contar do início deste ano, o valor do leite ao produtor acumulou alta de 13,7% na “Média Brasil” líquida. Esse movimento de valorização deve permanecer em março (referente à captação de fevereiro), mas em menor intensidade frente ao observado no mês anterior, comunicou o Cepea através do Boletim de março do leite.

Vale ressaltar que grande parte do rebanho brasileiro apresenta produtividade muito abaixo do potencial e que, com preços do leite em alta, há maior estímulo nutricional e aumento da produção. De acordo com o Cepea, a perspectiva é de preços mais atrativos de milho nos próximos meses, principalmente a partir de junho.

Por outro lado, o fenômeno El Niño pode prejudicar a produção neste ano. Deste modo, é importante que produtores e indústrias dialoguem para planejar suas atividades e aumentar a previsibilidade, evitando especulações e assimetrias de informação que podem intensificar o descompasso entre oferta e demanda e resultar em aumento exagerado da volatilidade dos preços neste ano.

As perspectivas dos fundamentos do mercado apertaram-se ainda mais do lado da oferta no último mês, com o pico de produção na NZ a permanecer mais fraco do que o esperado e a contínua pressão descendente sobre a produção de leite da UE.

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