Diversos fatores contribuem para o aumento, como as condições climáticas, a alta do preço dos insumos e até a pandemia do novo coronavírus
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Diversos fatores contribuem para o aumento, como as condições climáticas, a alta do preço dos insumos e até a pandemia do novo coronavírus

Pixabay/ banco de imagensVacinação contra a covid-19 é a esperança para que os preços do leite voltem a cair

O consumidor já percebeu que, há algum tempo, os preços do leite e seus derivados, como queijo, manteiga e iogurte, estão nas alturas. Diversos fatores contribuem para estes aumentos, como as condições climáticas, a alta do preço dos insumos e até a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o produtor de leite Ricardo Godinho, alguns insumos chegaram a ficar até 200% mais caro.

“O produtor teve um aumento que chega a 150%, 200% em alguns produtos significativos utilizados na alimentação animal. Por exemplo, a luva que se usa na ordenha antes saía por R$ 10 e hoje sai até por R$ 105”.

Entretanto, o analista de negócios da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) o Walisson Lara explica que a alta no preço do leite e derivados vai além da alta dos insumos. Já que “o setor produtivo foi afetado ao longo do ano pelas condições climáticas adversas e o alto custo de produção, principalmente puxados pelos concentrados energéticos e proteicos”.

Uma pesquisa promovida pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP, concluiu que os preços do leite e seus derivados vão continuar alto neste primeiro trimestre de 2021.

Segundo o analista de negócios, a vacinação contra a covid-19 é a esperança para que os valores voltem a cair.

“O período sazonal para produção de leite na região Sudeste, aliada ao início da vacinação contra a covid-19, que promove a reabertura do comércio e acelera o setor de serviço, são fatores preponderantes para que a gente mantenha o consumo estabilizado e a oferta constante de leite. A gente está muito esperançoso para 2021”, finaliza.

No total, 57 prêmios vieram para o Brasil; produção do queijo mineiro já é reconhecido como patrimônio cultural imaterial.

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