Lavouras da milho e soja são as mais atingidas. Situação de emergência foi decretada.
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O prefeito de Cruzeiro do Sul, João Dullius, e o vice, João Celso Führ, visitaram algumas das lavouras prejudicadas (Foto: Marcio Steiner)

Entre os municípios que decretaram situação de emergência no Vale do Taquari, Cruzeiro do Sul calcula R$ 28 milhões de prejuízos causados pela estiagem no setor agrícola. As culturas do milho e soja são as mais atingidas.

De acordo com o extensionista da Emater, Maurício Antoniolli, na cultura do milho as perdas ultrapassam os 60%..O levantamento foi feito na última semana em conjunto com a Secretaria Municipal de Agricultura e a situação pode se agravar com a escassez de chuva nas próximas semanas.

Conforme Antoniolli, o deficit nas lavouras de milho atinge os R$ 9,5 milhões em relação aos grãos e R$ 6,3 milhões na silagem enquanto na soja a perda alcança os R$ 7 milhões. “Choveu menos que 10 ou 20% do que era esperado. No caso do milho mesmo que chova os danos são irreversíveis”, considera.

Maior custo ao produtor de leite

Sem quantidade suficiente de milho para alimentação do rebanho, os produtores de leite serão diretamente afetados pela seca. A falta de pastagem provocou uma queda de 30% na quantidade de litros de leite produzidos. A estimativa da Emater é de uma diminuição no preço pago aos agricultores e um aumento no custo de produção.

Dados sobre os principais indicadores para a cadeia produtiva do leite como preços do leite no mercado brasileiro e internacional, relação de troca ao produtor, balança comercial brasileira de leite e derivados.

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